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16/12/2020

Fortaleza se destaca no cenário econômico do pais.

Por: Tribuna de ACOPIARA
Fortaleza tem maior PIB do Nordeste e o 9º maior do Brasil.


A capital cearense é o maior município do Nordeste e o 9º maior do país considerando o produto interno bruto (PIB). O PIB é a soma das riquezas produzidas pela cidade. Conforme dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (16), o PIB da capital cearense é de R$ 67,02 bilhões, que representa 1% de toda a riqueza produzida no Brasil.

Confira o ranking das maiores cidades do Brasil conforme o PIB:
  • São Paulo: R$ 714 bilhões
  • Rio de Janeiro: R$ 364 bilhões
  • Brasília: R$ 254 bilhções
  • Belo Horizonte: R$ 91 bilhões
  • Curitiba R$ 87 bilhões
  • Manaus: R$ 78 bilhões
  • Porto Alegre: R$ 77 bilhões
  • Osasco: R$ 76 bilhões
  • Fortaleza: R$ 67 bilhões
  • Salvador: R$ 63 bilhões

São Gonçalo do Amarante, na Grande Fortaleza, está entre os 100 maiores municípios em relação ao PIB per capita, ocupando a 95ª posição. É o único cearense nesse ranking. O PIB per capita deste município em 2018 foi de R$ 87.086,02.

Cidades mais ricas do Ceará
As riquezas produzidas pelo Ceará se concentram na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), conforme levantamento do Produto Interno Bruto (PIB) dos 184 municípios do Estado. Os dados do estudo mostram que, em 2018, a atividade econômica da capital Fortaleza contabilizou R$ 67 bilhões, seguida por Maracanaú (R$ 10,4 bilhões) e Caucaia (R$ 5,07 bilhões).

Veja a lista:
  • Fortaleza (R$ 67 bilhões)
  • Maracanaú (R$ 10,4 bilhões)
  • Caucaia (R$ 5,07 bilhões)
  • Juazeiro do Norte (R$ 4,8 bilhões)
  • Sobral (R$ 4,7 bilhões)
  • São Gonçalo do Amarante (R$ 4,22 bilhões)
  • Eusébio (R$ 2,47 bilhões)
  • Aquiraz (R$ 1,9 bilhão)
  • Horizonte (R$ 1,7 bilhão)
  • Itapipoca (R$ 1,6 bilhão)
O levantamento mostra que houve uma descentralização de riquezas no Estado nos últimos anos. Em 2018, o PIB da capital cearense correspondia a 43% da atividade econômica do Ceará, enquanto em 2002 esse percentual era de 46,7% - perda de 3,7 pontos percentuais.

Os municípios de São Gonçalo do Amarante e Caucaia, por sua vez, ampliaram a participação na atividade econômica cearense, chegando a 2,71% e 3,26% em 2018, respectivamente. O analista de políticas públicas do Ipece, Daniel Suliano, destaca que os ganhos são explicados, em grande parte, pela instalação e desenvolvimento da atividade industrial na região.

"Os ganhos devem-se, em grande parte, ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém, situado entre esses dois municípios e que vem atraindo novas indústrias para aquela região", detalha.

PIB per capita
O levantamento divulgou ainda as cidades com o maior PIB per capita (divisão do PIB pelo número de habitantes) do Ceará. O principal destaque é São Gonçalo do Amarante, com R$ 87,08 mil. O município cearense ficou entre os 100 maiores PIBs per capita do País (95ª colocação).

Veja o ranking:
  • São Gonçalo do Amarante (R$ 87,08 mil)
  • Eusébio (R$ 46,8 mil)
  • Maracanaú (R$ 46,2 mil)
  • Horizonte (R$ 25,7 mil)
  • Fortaleza (R$ 25,3 mil)
  • Aquiraz (R$ 24,6 mil)
  • Penaforte (R$ 23,5 mil)
  • Sobral (R$ 23,1 mil)
  • Quixeré (R$ 19,1 mil)
  • Pereiro (R$ 18,9 mil)
Em contrapartida, cidades como Pires Ferreira, Tejuçuoca, Caridade, Catarina e Itatira, conforme destaca Suliano, apresentam os menores níveis de atividade econômica per capita do Estado. "Em 2020, pode ser que a gente dobre o PIB per capita de Pires Ferreira só com o auxílio emergencial", detalha ele. O PIB per capita de Pires Ferreira em 2018 foi de R$ 5,3 mil.

Para o supervisor de Disseminação de Informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Helder Rocha, o levantamento serve de insumo para o direcionamento de investimento público para promoção de regiões mais carentes.

"Nós observamos que São Gonçalo disparou ao longo dos últimos anos e hoje possui o 95º maior PIB per capita entre os municípios brasileiros", pontua Helder Rocha.


Com a colaboração do G1.com

29/12/2017

Voltamos aos tempos do PSDB. Presidente Temer dá aumento ao salário mínimo semelhante aos aumentos da época de FHC.

Por: Tribuna de ACOPIARA
É impossível não ver semelhanças entre a politica adotada pelo Temer e a política praticada outrora pelo PSDB.


O presidente da República, Michel Temer, assinou nesta sexta-feira (29) decreto que fixa em R$ 954 o valor do salário mínimo em 2018, aumento de R$ 17 em relação ao valor em vigor. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 937.

A medida será publicada ainda nesta sexta em edição extra do "Diário Oficial da União". O reajuste valerá a partir de 1º de janeiro.

Desde os anos 2000 não havia um aumento do salário tão pequeno quanto este. A ultima vez em que o salário mínimo foi reajustado com um valor inferior a 20 reais foi em 1999 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso do PSDB.

Em termos percentuais o senário é pior ainda mais degradante. Dede quando o salário foi criado, nunca antes ouve um aumento tão insignificante quanto este. O menor aumento integral histórico registrado havia sido de 4,6% em 1999. Hoje o aumento foi de apenas 1,81%

Quem está adorando este aumento que beira o ridículo são os patrões.

Tabela do histórico de aumento do saário minimo de 1994 a 2017

Histórico de aumento do Salário Mínimo de 1994 a 2017.
(Fonte: Portal da contabilidade)

O que era pouco, ficou menos ainda
O reajuste do salário mínimo é menor do que a estimativa que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. Com isso, o governo prevê economizar R$ 3,3 bilhões no ano que vem (veja mais abaixo neste texto).

O decreto presidencial estabelece ainda que o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 31,8, e o valor horário, a R$ 4,34.

O valor de R$ 954 que valerá para 2018 é 1,81% maior que os R$ 937 do salário mínimo de 2017.

Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal.

Como é reajustado o salário mínimo

O reajuste do salário mínimo é feito a partir de uma fórmula que soma:
- A variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, calculado pelo IBGE;
- E o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

No caso de 2018, portanto, está sendo somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017. Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo é feito apenas pela variação do INPC.

Neste caso, portanto, o 1,81% de variação do INPC é uma estimativa do governo, já que o percentual exato só será conhecido em janeiro.

Como o valor do INPC de 2017 só será conhecido em janeiro, o governo faz o reajuste do salário mínimo com uma previsão que.

Entre janeiro e novembro de 2017, a variação do INPC foi de 1,80%. Já a mais recente avaliação do mercado financeiro, colhida pelo Banco Central na semana passada, estima que a variação do INPC neste ano fique em 2,16%.

Economia de R$ 3,3 bilhões
Com a decisão de conceder um reajuste R$ 11 menor em relação à estimativa anterior de R$ 965, o governo economizará cerca de R$ 3,3 bilhões em gastos em 2018.

"Cada um real de aumento no salário mínimo gera um incremento de R$ 301,6 milhões ao ano nas despesas do governo", informou o Ministério do Planejamento na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) encaminhada ao Congresso em abril.

Números oficiais mostram que o benefício de cerca de 66% dos aposentados equivale ao salário mínimo. A correção do mínimo também impacta benefícios como a RMV (Renda Mensal Vitalícia), o seguro-desemprego e o abono salarial.

O valor do salário mínimo proposto para o próximo ano ainda está distante do valor considerado como "necessário", segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Longe do ideal
De acordo com o órgão, o salário mínimo "necessário" para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.731,39 em novembro deste ano.

Com a colaboração do G1.com

27/12/2017

[Na contra Mão do País] Ceará gera 2.861 empregos e tem 6º mês seguido de saldo positivo.

Por: Tribuna de ACOPIARA
Os setores que contribuíram para o desempenho do Ceará foram comércio, que gerou 3.061 vagas, e serviços, com 1.135 novos postos.


Ceará teve saldo de 2.861 vagas de emprego formal em novembro, com 30.435 contratações contra 27.574 demissões no mês, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Com o resultado de novembro, o Ceará acumula o sexto mês seguido com geração de emprego.

Conforme o estudo, é o primeiro novembro com geração de emprego (saldo positivo) desde 2015. O mês registra recordes como os saldos de 12.296, em novembro de 2009, e 8.742, em igual mês de 2013.


Leia Também:


No acumulado dos 12 últimos meses, o saldo é negativo, com perda de 4.587 postos formais de trabalho (com carteira assinada) no Ceará.



Setores em alta
  • Comércio, que gerou 3.061 vagas e serviços
  • Serviços, com 1.135 postos de trabalhos
  • Setores que apresentaram queda
  • Agropecuária, com saldo negativo de vagas de 560 vagas
  • Indústria de Transformação, com 549 vagas a menos
  • Construção Civil, com retração de 188 vagas

Trajetória de alta
De junho a outubro deste ano, o Ceará teve uma sequência positiva com geração de 12.058 postos de trabalhos a mais que as demissões. O aumento interrompeu a queda que ocorria desde o fim de 2014, início da crise econômica que afeta todo o país.

Em dezembro de 2015, no auge da crise no Ceará em relação aos empregos, o estado sofreu uma baixa de 10.120 vagas de emprego.

Índice Nacional
O Brasil fechou 12.292 vagas de trabalho com carteira assinada em novembro deste ano, segundo números do Caged.

O número é a diferença entre as contratações, que somaram 1.111.798, e o de demissões no mês passado, que totalizaram 1.124.090.

Em novembro, começou a vigorar a nova lei trabalhista que, entre as mudanças, trouxe a a possibilidade de contratos de trabalho intermitente e com jornada parcial.

De acordo com o ministério, no mês passado foram contratados:
  • 3.067 trabalhadores via contrato intermitente;
  • 231 trabalhadores via contrato parcial.

A metodologia de registro das vagas de contrato de trabalho intermitente nas estatísticas do Ministério do Trabalho pode inflar o número de postos criados a partir de agora.

Com a colaboração do G1.com

[Coincidência ou resultado da "Reforma Trabalhista"] Após 7 meses de criação de postos de trabalho, país fecha 12.292 vagas em novembro.

Por: Tribuna de ACOPIARA
No mês passado, quando entrou em vigor a nova lei trabalhista, foram criadas 3 mil vagas via contrato de trabalho intermitente, uma das novidades previstas pela lei.


O Brasil fechou 12.292 vagas de trabalho com carteira assinada em novembro deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (27).

O número é a diferença entre as contratações, que somaram 1.111.798, e o de demissões no mês passado, que totalizaram 1.124.090.

Em novembro, começou a vigorar a nova lei trabalhista que, entre as mudanças, trouxe a a possibilidade de contratos de trabalho intermitente e com jornada parcial.

De acordo com o ministério, no mês passado foram contratados:
  • 3.067 trabalhadores via contrato intermitente;
  • 231 trabalhadores via contrato parcial (a nova nova lei trabalhista elevou de 24 horas para até 30 horas semanais os contratos desse tipo).
Nova lei trabalhista pode inflar estatística
Conforme mostrou o G1, a metodologia de registro das vagas de contrato de trabalho intermitente nas estatísticas do Ministério do Trabalho pode inflar o número de postos criados a partir de agora.

O coordenador-geral de Estatísticas do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães, confirmou nesta quarta que o governo registrará cada vínculo de trabalho intermitente de forma separada, mesmo que dois ou mais vínculos estejam relacionados a um mesmo trabalhador.

Ele disse também que o governo não tem como saber se esse trabalhador recebeu salário no mês em questão, considerando que, pela modalidade de contrato intermitente, ele pode ser registrado na base de dados de uma empresa, mas não ser convocado para trabalhar em um determinado mês.

"O escopo do Caged não traz a perspectiva da informação de quanto o trabalhador efetivamente recebeu. O Caged trata exclusivamente dos contratos de trabalho firmados e rescindidos, razão pela qual não há a menor possibilidade de que se divulguem dois índices de emprego", declarou.

Magalhães acrescentou que, se um trabalhador recebeu salário na modalidade intermitente, essa informação estará disponível somente na Rais, cuja divulgação é feita anualmente.

Fechamento de vagas é o 1º em 7 meses
Com o resultado de novembro, foi interrompida uma série de sete meses seguidos em que as contratações superaram as demissões. O resultado foi o pior desde março de 2017 - quando foram fechadas 57.625 vagas.

Apesar das demissões, houve melhora frente a novembro de 2016, quando houve 116.747 demissões, e de 2015, quando 130.629 perderam o emprego.

"Isso não significa interrupção do processo de retomada do crescimento do país. A recuperação da economia vem ocorrendo de forma gradual e consistente", afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em entrevista nesta quarta.

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, foram gerados 299.635 empregos com carteira assinada.

Se considerados os últimos doze meses, porém, as demissões superam as contratações em 178.528 vagas com carteira assinada.

Ao fim de novembro, o Brasil tinha 38,62 milhões de pessoas empregadas com carteira assinada. No fim do mesmo mês do ano passado, o número era maior: 38,79 milhões.

Os números de criação de empregos formais do acumulado de 2017, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro a outubro. Os dados de novembro ainda são considerados sem ajuste.

Para 2018, o governo estima que o Brasil deverá criar 1,78 milhão de empregos com carteiras assinadas.

Setores da economia e regiões
Em novembro deste ano, de acordo com o Ministério do Trabalho, sete dos oito setores da economia demitiram mais do que contrataram. Veja abaixo os resultados:
  • Comércio: abertura de 68.602 vagas;
  • Serviços: fechamento de 2.972 vagas;
  • Indústria de transformação: fechamento de 29.006 vagas;
  • Agricultura: fechamento de 21.761 vagas;
  • Serviços de utilidade pública: fechamento de 814 vagas;
  • Indústria extrativa mineral: fechamento de 1.155 vagas;
  • Administração pública: fechamento de 2.360 vagas;
  • Construção civil: fechamento de 22.826 vagas;

Segundo o Ministério do Trabalho, em novembro as demissões superaram as contratações em três das cinco regiões do país. Veja abaixo a variação do emprego formal por regiões:
  • Nordeste: +3.758 vagas;
  • Sul: +15.181 vagas;
  • Centro-Oeste: -14.412 vagas;
  • Norte: -398 vagas;
  • Sudeste: -16.421 vagas;
Com a colaboração do G1.com

30/11/2017

Está terminando o prazo para pagamento da 1ª parcela do 13º salário. Você já recebeu o seu? Saiba o que acontece se sua empresa não pagar hoje.

Por: Tribuna de ACOPIARA
Boa parte das empresas optam por pagar o 13º em uma unica parcela juntamente com o salário de dezembro, mas esta prática é ilegal. Confira regras

Seu 13º salário já foi depositado? Se a resposta é não, fique atento, pois os empregadores do País todo têm até o dia 30 de novembro para pagar a primeira parcela do benefício. Já a segunda parte deve ser liquidada até o dia 20 de dezembro.


Ok, mas suponhamos que o empregador não tenha cumprido com o prazo, ou sequer depositado o 13º salário . O que acontece com a empresa e os trabalhadores dela?

O consultor trabalhista da Confirp Contabilidade, Fabiano Giusti, diz que por serem considerados atos de infração, a empresa pode ser penalizada com uma multa, caso um fiscal do trabalho identifique o descumprimento da regra.

Giusti explica que o valor da multa é de 160 Unidades Fiscais de Referência (UFIs), o que resulta em R$ 170,25 por empregado, e que em caso de reincidência, o montante é dobrado. “Lembrando que é uma multa administrativa em favor do Ministério do Trabalho e que, além dessa, terá que efetuar o pagamento e dependendo da convenção coletiva da categoria, pode ocorrer a correção do valor pago em atraso ao empregado”, diz o especialista.

Vale destacar, que o benefício deve ser pago obrigatoriamente aos empregados com carteira assinada, ou seja, os CLTs.

Como o benefício é calculado?

O empregador deve pagar o 13º de acordo com o mês trabalhado, ou fração do mês igual ou superior a 15 dias. Como exemplo, Fabiano Giusti cita o caso de um empregado que trabalhou de 1º de janeiro até 14 de março, que tem direito a 2/12 do benefício, uma vez que a fração do mês de março foi inferior aos dias necessários para ter direito a parte do mês de março.

Em relação às médias de outros rendimentos como hora extra e comissões adicionais, elas também devem ser acrescentadas ao valor do salário utilizado como base de cálculo do 13º.

Por outro lado, os trabalhadores que apenas recebem comissão, o empregador deve calcular o valor utilizando a média aritmética das comissões recebidas durante o ano, ou conforme Convenção Coletiva. O consultor da Confirp ainda destaca que se deve sempre seguir o que for considerado mais benéfico.

Existem descontos?

Assim como um salário padrão vem com uma série de descontos, o décimo terceiro não é diferente. Entretanto, esses abatimentos devem apenas constar na 2ª parcela. Mas o que é descontado?

Imposto de Renda (IR), contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Pensões Alimentícias, quando mensurado nos ofícios, e as famosas contribuições associativas previstas em algumas convenções coletivas.

No que diz respeito a impostos, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço ( FGTS ) é pago nas duas parcelas, em conjunto com a remuneração salarial do mês do pagamento, seus percentuais variam de 8% para empregados celetistas e domésticos quando aplicável e 2% no caso de menor aprendiz.

E se o trabalhador for demitido?

Em casos de demissões sem justa causa, pedido de dispensa, fim de contrato por tempo determinado, bem como aposentadoria, o benefício deve ser acertado no momento da rescisão de contrato. Vale destacar, que nessas circunstâncias, o valor deve ser proporcional aos meses em serviço.

Já quando o colaborador é dispensado com justa causa, o 13º é perdido. E caso o empregador já tenha depositado a primeira parte, o valor será abatido do saldo de salário ou demais verbas rescisórias.

Embora muitos empregadores paguem em dezembro o 13º salário em uma única parcela, Fabiano Giusti diz que a prática é ilegal e pode sim resultar em uma multa.

Com a colaboração do Economia - iG

29/09/2017

Em outubro passará a vigorar o regime de bandeira vermelha com a maior taxa desde que o sistema foi criado.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Aneel deverá anunciar que cor da bandeira tarifária passará de amarela para vermelha patamar 2, o mais alto. Mudança se deve a estiagem que atinge hidrelétricas.

A estiagem e a necessidade de uso mais intenso das termelétricas vão pressionar as tarifas de energia a partir de outubro. O G1 apurou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anuncia nesta sexta-feira (29) que a bandeira tarifária vai passar para vermelha patamar 2, o mais caro previsto, e a taxa extra cobrada nas contas de luz vai subir em outubro para R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.

Seria a primeira vez desde 2015, quando o sistema de bandeiras foi criado, que a taxa extra de R$ 3,50 seria cobrada. No mês de setembro, vigorou a bandeira amarela, que aplica uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos.


A Aneel marcou uma entrevista coletiva para a tarde desta sexta, quando a mudança na bandeira tarifária será oficializada. O G1 apurou que a agência vai aproveitar para pedir que os consumidores adotem medidas para reduzir o consumo de energia nesse momento.

O sistema de bandeiras tarifárias começou a vigorar em janeiro de 2015 e foi criado para sinalizar aos consumidores o custo da produção de energia no país. O objetivo é permitir que os consumidores adotem medidas de economia para evitar que suas contas de luz fiquem mais caras nos momentos em que esse custo está em alta.

A cor verde indica que o custo é baixo. A amarela, que ele subiu um pouco. A vermelha, patamar 1, que está alto. E a vermelha, patamar 2, que está muito alto.

Estiagem e termelétricas
O custo de geração de energia no país fica mais alto conforme aumenta o uso de usinas termelétricas. Isso acontece porque as termelétricas usam combustível (óleo, gás, carvão, biomassa) para gerar eletricidade que, por isso, é mais cara que a produzida pelas hidrelétricas.

Neste ano, o país enfrenta novamente uma forte estiagem, que reduziu o volume de água armazenado nos reservatórios das principais hidrelétricas do país. Devido à necessidade de poupar essa água, o governo aciona mais termelétricas para atender à demanda dos consumidores brasileiros.

Recentemente, o governo também anunciou que aumentará a importação de energia do Uruguai e o início da importação da Argentina. Trata-se de mais uma medida para poupar água dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras. A capacidade de importação, porém, não é alta.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), na quinta (28), dado mais recente, os reservatórios das hidrelétricas instaladas no Sudeste e no Centro-Oeste, responsáveis por cerca de 70% da capacidade de geração do país, estavam com armazenamento médio de 24,75%.

Trata-se do mais baixo nível para este período pelo menos desde 2011, segundo dados do ONS. No Nordeste, o armazenamento médio era de 9,46%.

Com a colaboração do G1.com

28/07/2017

Conta de Luz em Agosto ficará mais cara

Por: Tribuna de ACOPIARA

Cobrança aumenta de R$ 2 para R$ 3 a cada 100 kWh de energia consumidos no próximo mês. Alta se deve à falta de chuvas e ao uso maior de termelétricas, que geram eletricidade mais cara.

 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que durante o mês de agosto vai vigorar a bandeira tarifária de cor vermelha, patamar 1. Isso significa que aumentará para R$ 3 o valor da taxa extra cobrada para cada 100 kWh de energia consumidos.

Ao longo do mês de julho, vigorou a bandeira amarela, que implica na cobrança de R$ 2 para cada 100 kWh consumidos.

A evolução das cores da bandeira aponta que o custo de produção de energia no país subiu. Isso ocorre porque a falta de chuvas reduziu o armazenamento dos reservatórios das hidrelétricas, que passam a produzir menos eletricidade.

Para compensar a queda na produção das hidrelétricas, o governo aciona mais termelétricas. Entretanto, essas usinas geram energia mais cara, por meio da queima de combustíveis como óleo e gás natural.


É para cobrir o custo extra com o uso de mais termelétricas que a bandeira tarifária mudou para patamar mais alto.

Em nota, a Aneel informou que "o fator que determinou o acionamento da bandeira vermelha no patamar 1 foi o aumento do custo de geração de energia elétrica."

A agência orientou ainda os consumidores a "intensificar o uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios", para minimizar os efeitos do aumento da taxa extra nas contas de luz.
Marcelo Parodi, da Compass Energia, avaliou que a bandeira vermelha, que neste ano já foi acionada em abril e maio, deve gerar aumento de 5% nas conas de luz em agosto.

Com a colaboração do G1.com

01/05/2017

Ibama autua Norte Energia em mais de R$ 7,5 milhões por descumprir exigências no licenciamento de Belo Monte.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Ibama diz que empresa responsável pela construção e operação de hidrelétrica no sudoeste do Pará vem descumprindo várias condicionantes.

Empresa responsável pela operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, estaria descumprindo uma série de condicionantes necessárias para o seu funcionamento. (Foto: Norte Energia)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) decidiu aplicar seis multas à Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da hidrelétrica de Belo Monte, no sudoeste do Pará, pelo descumprimento de exigências relacionadas ao Licenciamento Ambiental Federal. Somadas, as multas ultrapassam R$ 7,5 milhões. O G1 entrou em contato com a Norte Energia e aguarda posicionamento.

A maior autuação, no valor de R$ 7,5 milhões, ocorreu pelo descumprimento da condicionante que determinava a realização das ligações domiciliares à rede de esgoto da área urbana de Altamira, no sudoeste do Pará, até 30 de setembro de 2016.

Outra multa diária foi aplicada porque a empresa não cumpriu a condicionante que exigia a realização, até outubro de 2016, das obras de urbanização e da relocação ou indenização dos moradores do Bairro Jardim Independente II atingidos pelo enchimento do reservatório da usina.

O parecer elaborado pela Diretoria de Licenciamento Ambiental do Ibama apontou ainda que a empresa também falhou em disponibilizar serviços para limpeza de fossa em período integral na área urbana de Altamira até a conclusão das ligações intradomiciliares de esgoto, resultando na emissão do auto de infração no valor de R$ 251.050,00 por dia.

Outras duas multas diárias foram aplicadas porque não foram efetivados Projetos de Assistência Técnica de pesca nas reservas extrativistas e da relutância da Norte Energia, que deveriam realizar o cadastramento dos moradores do Bairro Jardim Independente I, ação importante para avaliar o afluxo populacional para o local e assegurar o tratamento de impactos relacionados à operação do empreendimento.

A multa mais recente, fixada em R$ 50.050,00 por dia, foi aplicada no último dia 26 de abril porque a empresa não teria feito o pagamento retroativo da verba de manutenção e aluguel social às famílias que optaram pelo Reassentamento em Área Remanescente (RAR).

Desde a emissão da Licença de Operação (LO) n° 1317, em novembro de 2015, o Ibama realizou 37 vistorias técnicas para monitorar o cumprimento das exigências do licenciamento da hidrelétrica. De acordo com o órgão, a Norte Energia já havia sido multada outras 27 vezes, em autos de infração que somavam R$ 76.183.605,60.

Com a colaboração do G1.com

25/04/2017

GARANTIA SAFRA: Mais de 231 mil agricultores familiares estão aptos a receber o Garantia Safra 2016/2017 no Ceará.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Benefício é devido aos agricultores familiares que tiveram perde de, pelo menos, 50% da produção. No Ceará, serão investidos R$ 117 milhões.


O governador Camilo Santana assinou nesta terça-feira (25), no Centro de Eventos, ao termo de adesão ao Garantia Safra 2016-2017. Com investimento de R$ 117 milhões, o programa beneficia os agricultores que tiveram perda de pelo menos 50% da produção e pode atender 231.225 trabalhadores cearenses. Dos 184 municípios do Ceará, apenas quatro ficaram de fora da atual edição: Fortaleza, Eusébio, Guaramiranga e Jijoca de Jericoacoara.

"O Garantia Safra é uma das políticas mais importantes para dar segurança aos agricultores familiares do Ceará, diante do Estado em que grande parte dele é semiárido e que vem enfrentando situação de seca severa. São R$ 850, divididos em parcelas de R$ 170 reais", explicou o governador.

Para aderir ao Garantia Safra, o agricultor deve verificar se a sua cidade participa do programa. O município precisa assinar o Termo de Adesão com o governo Estadual e definir a quantidade de agricultores que vão participar em sua jurisdição. O agricultor, por sua vez, deve procurar o escritório de assistência técnica e extensão rural ou o sindicato dos trabalhadores rurais do município.

A inscrição é feita por meio da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Depois de inscrito, o agricultor deve procurar a prefeitura para receber o boleto, que precisa ser pago em uma agência da Caixa, lotérica ou correspondente Caixa Aqui dentro do prazo definido para o seu município. A adesão deve ser realizada antes do plantio.

Garantia Safra
O Garantia Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), direcionada para aqueles agricultores que vivem na região Nordeste, do Norte do estado de Minas Gerais, Vale do Mucuri, Vale do Jequitinhonha e Norte do estado do Espírito Santo, área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Os recursos para pagamento aos agricultores são do Fundo Garantia Safra, formado por contribuições do agricultor, do município, do estado e da União. Os agricultores podem fazer o saque do benefício utilizando o Cartão Cidadão ou do Bolsa Família.

Com a colaboração do G1.com

17/04/2017

Preço da gasolina no Ceará tem redução pela 3ª semana seguida.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Preço médio do litro da gasolina é R$ 3,61, conforme pesquisa feita em 205 postos de combustível de todo o Ceará.

O preço da gasolina no Ceará segue a trajetória de queda e teve redução pela terceira semana seguida, de acordo com pesquisa divulgada pela Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP) nesta segunda-feira (17). Conforme o estudo, o preço médio do litro de gasolina no Ceará é R$ 3,61.

Os preços foram coletados entre 9 e 15 de abril em 205 postos de combustível do Ceará e em mais de três mil estabelecimentos de todo o Brasil.

Os preços no Ceará variam de R$ 3,44, em Fortaleza, a R$ 4, em Limoeiro do Norte. Na capital cearense, dois postos vendem o litro de gasolina com o menor preço do estado: o Moreira e Santos Comércio, no Bairro Álvaro Wayne; e o B&P Comércio e Serviços de Derivados de Petróleo, no Bairro Quintino Cunha.

Com as reduções seguidas, o preço da gasolina no Ceará ficou abaixo da média nacional, e o estado deixou de ter o litro mais caro do Nordeste.


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Já o litro do etanol no Ceará tem o preço médio de R$ 3,16, variando de R$ 2,99 a R$ 3,49. Considerando o preço médio de cada combustível, a opção por gasolina em veículos flex é economicamente mais viável.

Preço médio do litro de gasolina no Ceará
Conforme pesquisa divulgada em 17 de abril: R$ 3,61
  • 10 de abril: R$ 3,68
  • 3 de abril: R$ 3,75
  • 27 de março: R$ 3,82

Com a colaboração do G1.com

Leilão eletrônico da Receita Federal recebe propostas até esta terça-feira (18)

Por: Tribuna de ACOPIARA

Entre os itens ofertados estão bebidas, eletrônicos, peças de vestuários e até bicicletas; há lances de iniciais de R$ 500.

As inscrições para o leilão eletrônico da Receita Federal seguem abertas somente até esta terça-feira (18). São ofertados itens apreendidos nos portos do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, e de São Luís, no Maranhão, e ainda no Aeroporto de Fortaleza. O leilão acontecerá já nesta quarta-feira (19).

Entre os produtos ofertados estão eletrônicos, bebidas, bicicletas e peças de vestuários. Há oportunidades de R$ 500 a R$ 3,6 milhões.

Como participar
Apesar de o leilão estar previsto para a próxima quarta-feira (19), os interessados devem registrar antecipadamente as suas propostas no Sistema de Leilão Eletrônico (SLE) do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), na Página de Receita Federal do Brasil na internet.

Segundo a Receita, podem participar do leilão eletrônico apenas as pessoas físicas ou jurídicas que utilizam a tecnologia de Certificação Digital. Os bens arrematados por pessoas físicas somente poderão ser destinados a uso ou consumo, sendo vedada a comercialização.

Após o cadastro e envio das propostas de compra, a Receita verificará a validade da documentação e selecionará as maiores propostas. O órgão afirma que o processo é realizado com total transparência, sendo possível o acompanhamento do passo a passo.



Com a colaboração do Diário do Nordeste.

11/04/2017

Farmácias populares serão fechadas pelo governo.

Por: Tribuna de ACOPIARA

 Pacientes agora vão ter que recorrer às farmácias conveniadas, que não dispõem de todos os medicamentos oferecidos pelo programa popular .



O governo decidiu fechar as farmácias do programa popular que são mantidas com recursos federais. Os pacientes agora vão ter que recorrer às farmácias conveniadas.

Foto: Reprodução
O problema é que nem todos os remédios estão disponíveis nessas farmácias. As conveniadas oferecem 25 medicamentos de graça ou com preços baixos. Nas farmácias que serão fechadas - as do governo federal- são oferecidos 125 remédios.

Foi para economizar dinheiro a decisão de não repassar mais verba para manter as farmácias abertas. O governo diz que a maioria das pessoas que buscam essas farmácias quer medicamentos que são encontrados também nas farmácias conveniadas.

O Ministério da Saúde informou que em média, por mês, o programa atende quase dez milhões de pessoas, principalmente aquelas com 60 anos ou mais.

Assista à reportagem completa no vídeo acima.

Com a colaboração do G1.com

10/04/2017

Preço da gasolina no Ceará cai pela segunda semana seguida.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Com as reduções, Ceará deixa de ser o estado com o litro da gasolina mais caro do Nordeste.

preço médio do litro de gasolina no Ceará caiu pela segunda semana seguida de acordo com a pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo (ANP), divulgada nesta segunda-feira (10). De acordo com o estudo, o litro do combustível é vendido no estado, em média, a R$ 3,68; na semana passada, a média era de R$ 3,75 e na anterior, R$ 3,82.

Com as seguidas quedas no preço, o Ceará deixa o posto de estado com a gasolina mais cara do Nordeste para Alagoas, onde o litro da gasolina é vendido a R$ 3,82, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo.

A pesquisa da ANP consultou preços em 2,8 mil postos de combustível em todo o Brasil, 205 deles no Ceará. Os preços foram coletados entre 2 e 8 de abril.

Ainda conforme a pesquisa, o preço mais barato da gasolina no Ceará é R$ 3,47, o mesmo valor em oito postos de Fortaleza, nos bairros Fátima, Centro, Aldeota, Montese, Benfica Aerolândia e Papicu.
Já o mais caro é vendido nas cidades de Beberibe e Canindé, onde o litro de gasolina pode custar até R$ 3,99.


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No Brasil, valor médio por litro no Brasil foi de R$ 3,755 em fevereiro para R$ 3,687, um recuo de 1,81%. O preço do diesel também diminuiu no mês. Segundo o levantamento, o valor médio por litro foi de R$ 3,098 para 3,05 entre fevereiro e março, um recuo de 1,54%.

Já a queda do preço do etanol foi maior. O valor médio foi de R$ 2,884 para R$ 2,745, uma baixa de 4,81%.

Com a colaboração do G1.com

O Futuro já está batendo nossa porta; Tesla supera GM e se torna montadora com maior valor de mercado nos EUA.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Resultado foi atingido no início do pregão na bolsa de NY, nesta segunda, 10. Na semana passada, fabricante de carros elétricos tinha superado a Ford.

Os carros híbridos e totalmente elétricos são os carros do futuro; ou melhor, de agora.

A Tesla se tornou nesta segunda-feira (10) a maior fabricante americana de automóveis por seu valor financeiro, superando a a General Motors (GM), em uma demonstração da confiança do mercado em seu potencial.

Nas primeiras transações em Wall Street, a ação da Tesla, especialista em automóveis elétricos, subiu e o valor financeiro da companhia era de US$ 51,56 bilhões contra US$ 50,26 bilhões da GM, o maior fabricante americano em termos de venda.

A Tesla manteve, assim, um crescimento financeiro iniciado na semana passada, quando chegou a superar a Ford.

As ações da companhia de Elon Musk começaram a subir na bolsa de Nova York graças a uma quantidade recorde de 25 mil carros entregues no 1º trimestre, o que levou os analistas a fazer projeções otimistas para os próximos meses.

A ascensão da Tesla sugere que os mercados financeiros apostam que os motores elétricos substituirão, no longo prazo, os de combustão e que os veículos autônomos e os serviços de mobilidade são o futuro dos meios de transporte, segundo especialistas.

Ainda pequena
A diferença de valor financeiro entre a Tesla e a GM não reflete, no entanto, a relação de forças entre ambas as companhias.

No ano passado a Tesla produziu 84.000 automóveis e teve um volume de negócios de US$ 7 bilhões. Já a GM fabricou 10 milhões de carros e teve uma receita superior a US$ 166 bilhões.

A GM tem 17,3% do mercado americano e a Tesla só 0,2%, segundo o Autodata.

Com a colaboração do G1.com

07/04/2017

Governo propõe salário mínimo de R$ 979 para 2018.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2018, com novo valor para o mínimo, será encaminhada ao Congresso Nacional na próxima semana.

Oministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou nesta sexta-feira (7) que o governo deve propor um salário mínimo R$ 979 para 2018. Hoje, o mínimo está em R$ 937.

O novo valor do mínimo será incluído na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2018, base para o orçamento do ano que vem. De acordo com a lei, o PLDO tem que ser enviado ao Congresso Nacional até 15 de abril.

Para chegar ao percentual de correção do salário mínimo, que serve de referência para mais de 45 milhões de pessoas no Brasil, soma-se a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano ano anterior, calculado pelo IBGE, e o resultado do PIB de dois anos antes.


Com base nesse cálculo, o salário mínimo seria corrigido dos atuais R$ 937 para R$ 979, considerando a variação estimada para o INPC, deste ano, de 4,48%. Essa é a mediana do resultado esperado por mais de 100 instituições financeiras, consultadas pelo Banco Banco Central na semana passada.

Recessão e alta real do mínimo
Como o Produto Interno Bruto (PIB) teve uma forte retração de 3,6% em 2016 - ano que serve de parâmetro para o salário mínimo em 2018 - a correção do mínimo no ano que vem levará em conta, pela fórmula adotada, somente o valor da inflação de 2017. Com isso, não haverá alta real (acima da inflação) do salário mínimo no ano que vem.

No ano passado, o governo chegou a estimar que o salário mínimo superaria a barreira de R$ 1 mil em 2018. A projeção, naquele momento, era de que o valor seria de R$ 1.002 no próximo ano e de R$ 1.067.

Entretanto, com o cenário de recessão na economia brasileira, a inflação deverá ser menor do que o projetado no ano passado - proporcionando um reajuste menor para o salário mínimo.

Nesta sexta, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou que as mais recentes projeções do governo apontam que o salário mínimo vai chegar a R$ 1.029 em 2019 e a R$ 1.103 em 2020.

Com a colaboração do G1.com

06/04/2017

Postos de combustível de Acopiara baixam o preço da gasolina. Muita coincidência, não?

Por: Tribuna de ACOPIARA

A gasolina baixou inicialmente de R$ 4,13 para R$ 4,07 e agora baixou para R$ 3,89 o litro.

A população de Acopiara está usufruindo de uma gasolina mais barata. Foi constatado que o preço médio da gasolina na cidade é de R$ 3,89 o litro.

Reprodução Facebook (Foto: Denis Bastos)
A redução foi de aproximadamente 5,8% em comparação com o preço médio de janeiro de 2017 e trás um bom e esperado alívio ao bolço do acopiarense.

Apesar de pequena, a taxa de 5,8% representa uma redução de 24 centavos a cada 1 litro de gasolina. Para se ter uma ideia do tamanho da economia usemos como exemplo um cidadão que utiliza o carro para trabalhar e consome por mês 300 litros de gasolina. Vejamos:

Em um mês a economia é de R$ 72,00, e em um ano essa economia chega a R$ 864,00.

O valor economizado em um ano já dá para trocar um eletrodoméstico de casa, organizar um churrasco de final de ano ou realizar uma viagem para um destino próximo.

Preço médio ou preço único?
Metodologicamente o termo aplicável para auferir a média de preço em diversos postos de gasolina é o 'preço médio'. Em Acopiara porém, podemos utilizar o termo 'preço único' que também estará correto. Isto porque os postos da cidade praticam o mesmo preço.

Curioso isto, não?
Será coincidência?
Será que os donos de postos da cidade compram no mesmo local e utilizam a mesma transportadora?
Será que as distribuidoras, tais como Petrobras, Ale, Ipiranga e Shell repassam a gasolina utilizando uma única cotação de preço?
Porque será que em cidades grandes o preço varia de um posto para outro e em Acopiara isto não acontece?

Bem caros leitores, este Blog não tem as respostas para estas perguntas.

Oportunidade: Cagece promove negociação de dívidas em atraso.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Podem participar clientes com débitos vencidos com a companhia até 30 de setembro de 2016.

A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) oferece a partir desta quinta­feira (6) oportunidade de negociação para clientes que possuem débitos vencidos com a companhia até 30 de setembro de 2016. Por meio da campanha “Sua entrada, seu desconto”, a Cagece oferece parcelamento para os valores vencidos, com desconto proporcional ao valor de entrada.

Por meio da campanha “Sua entrada, seu desconto”,
a Cagece oferece arcelamento para os valores vencidos,
com desconto proporcional ao valor de entrada
(Foto: Arquivo)
Por exemplo, pelos termos da campanha, o cliente com débitos que optar por uma entrada de R$ 200 durante a negociação, receberá outros R$ 200 de desconto, totalizando R$ 400 da dívida paga. O valor restante pode ser parcelado em até 10 vezes sem juros, ou em 36 vezes com juros de 1,8% ao mês. Nas duas situações a entrada mínima deverá ser 10% do valor total do débito.

Os clientes que estão com alguma restrição de crédito ou com a ligação de água cortada por conta destes débitos poderão regularizar suas situações com a efetivação da negociação.

Para aderir à campanha o cliente deve se dirigir até uma loja ou unidade de atendimento da companhia portando RG e CPF (no caso de pessoa física). Para pessoa jurídica, é necessário apresentar, além dos documentos pessoais, documentação da empresa.

Serviço
Negociações de dívidas com a Cagece.

Informações: 0800­2750­195 ou por meio do chat online no portal da Cagece (www.cagece.com.br)

Onde: Lojas de atendimento da Cagece. Para conferir o endereço da loja de atendimento mais próxima, o cidadão pode acessar o portal da Cagece e escolher a opção “Lojas de Atendimento”, no menu à direita da tela.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

Cesta básica em Fortaleza fica 1,72% mais cara em março, diz Dieese.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Entre os produtos que mais contribuíram para a inflação destaque para o tomate (13,85%), a banana (5,60%), o café (3,67%) e a manteiga (3,39%).

O conjunto dos 12 produtos que compõem a cesta básica de Fortaleza registrou inflação de 1,72% em março, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (6) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No mês em análise, entre os produtos que mais contribuíram para a inflação destaque para o tomate (13,85%), a banana (5,60%), o café (3,67%) e a manteiga (3,39%). Entre os produtos que apresentaram redução de preços no mês de março estão o leite (-1,21%), a carne (-1,41%) e o feijão (-9,68%).

A alta nos preços de três dos produtos da cesta básica fez com que um trabalhador, para adquirir os produtos, respeitadas as quantidades definidas para a composição da cesta, tivesse que desembolsar R$ 408,83. Considerando o valor e, tomando como base o salário-mínimo vigente no país de R$ 937,00, pode-se dizer que o trabalhador teve que desprender 95h59 apenas para adquirir os produtos definidos na composição da cesta. Segundo a pesquisa, o gasto com alimentação de uma família padrão – dois adultos e duas crianças) foi de R$ 1.226,49.

No semestre, a pesquisa do Dieese mostra que os 12 produtos que compõem a cesta básica apresentaram deflação de -1,71%. Já se considerarmos a variação no ano, em Fortaleza, a inflação registrada foi de 5,83%. Isto significa que a alimentação básica em março de 2017 (R$ 408,83) está mais cara do que em setembro de 2016 (R$ 415,94) e mais cara do que março de 2016 (R$ 368,30).

No semestre, dos produtos que sofreram maiores elevações nos preços, foram: o óleo (20,32%); a farinha (17,61%); a banana (15,74%); e o café (13,46%). Apenas três itens apresentaram redução nos seus preços, o tomate (-1,77%), o leite (-7,90%) e o feijão (-46,49%). Considerando os últimos 12 meses, houve elevação nos preços da manteiga (45,21%); da farinha (41,19%); do café (30,06%); e da abanana (27,57%). Apenas a carne (-0,29%) e o tomate (-21,55%) sofreram redução no preço.

Cenário nacional
Em março, o custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou em 20 das 27 capitais brasileiros, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Dieese. As maiores altas foram registradas em algumas capitais do Nordeste: Teresina (3,90%), Natal (3,54%), Recife (3,53%), São Luís (2,77%) e João Pessoa (2,59%). As retrações mais expressivas foram observadas em Rio Branco (-2,19%) e Cuiabá (-1,14%).

Porto Alegre foi a cidade com a cesta mais cara (R$ 437,22), seguida por São Paulo (R$ 435,34)e Florianópolis (R$ 433,70). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 323,34) e Salvador (R$ 349,66). Em 12 meses, 12 cidades acumularam alta. As elevações mais expressivas foram observadas em Natal (11,70%), Maceió (7,82%) e João Pessoa (6,34%). As reduções ocorreram em 15 cidades, com destaque para Brasília (-6,60%), Belo Horizonte (-5,69%) e Rio Branco (-5,64%).

No primeiro trimestre deste ano, 19 capitais acumularam queda, com destaque para Rio Branco (-15,89%), Cuiabá (-8,51%) e Boa Vista (-6,12%). Já os aumentos mais expressivos foram registrados em Fortaleza (3,71%), Natal (3,45%) e Teresina (3,22%).

Com base na cesta mais cara, que, em março, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário,6higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima que, em março de 2017, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.673,09, ou 3,92 vezes o mínimo de R$ 937,00.

Com a colaboração do G1.com

Governo sanciona lei que equipara salários de PMs e bombeiros do Ceará aos do Nordeste.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Benefício será estendido também aos aposentados e pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.


O governador do Ceará, Camilo Santana, sancionou nesta quinta-feira (6) a lei que equipara a remuneração dos policiais militares e bombeiros do Ceará à média da região Nordeste. O benefício será estendido também aos aposentados e pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

O reajuste será dividido em três parcelas: uma com a publicação da lei, outra em março de 2018 e a última em dezembro de 2018.

Os valores dos aumentos variam de acordo cada cargo. O coronel da PM, por exemplo, que é o último cargo na hierarquia da Corporação, receberá R$ 12.494,15 a partir da publicação da lei. No segundo aumento o oficial receberá o salário de R$ 13.959,59, e no fim de 2018, com o terceiro reajuste previsto, a remuneração chega a R$ 15.300,08. O aumento total é de 9,6%.

Os cabos e soldados, que já ganham um valor acima da média do Nordeste, tiveram os salários reajustados em 3,8% e 7%, respectivamente. Porém, Camilo Santana anunciou que irá enviar um novo projeto de lei para reajustar o salário dos soldados em 10,17% e o dos cabos em 14%.

"O benefício, que é uma reivindicação antiga da categoria e um compromisso que assumi com os PMs e bombeiros, também será estendido aos aposentados e pensionistas. Mesmo em um momento de extrema dificuldade financeira, garantimos ainda que os soldados e cabos não sejam prejudicados por já terem salários equiparados à média do Nordeste", disse Camilo Santana.

Após a sanção do governador, a lei segue agora para publicação no Diário Oficial do Estado (DOE). A equiparação dos salários da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros era uma promessa de campanha de Camilo Santana em 2014.

Com a colaboração do G1.com

03/04/2017

Burocracia e impasse político são os principais fatores de encarecimento da gasolina no Ceará. E em Acopiara, o que será?

Por: Tribuna de ACOPIARA

Estudo aponta que deficiência logística nos portos deixa o litro R$ 0,10 mais caro. Só com navios parados prejuízo é de R$ 4 milhões por mês.

A indefinição sobre a transferência do parque de tancagem do Porto do Mucuripe para o Pecém deixa os combustíveis mais caros no Ceará. Isso porque as empresas repassam para o consumidor os prejuízos da logística ineficiente, que conforme estudo da SP Combustíveis, onera em mais de R$ 0,10 cada litro.

Porto de Mucuripe vem reduzindo sua capacidade de armazenamento
de combustíveis e empresas não estão autorizadas a expandir.
Só de sobrestadia – valor que as distribuidoras precisam pagar para deixar o navio parado aguardando para descarregar – o prejuízo estimado é de R$ 4 milhões por mês. A projeção é de Rachel Philomeno, presidente da comissão de Direito Marítimo e Portuário da Ordem dos Advogados do Brasil Secção Ceará (OAB-CE).

Isso acontece porque a capacidade de armazenamento das distribuidoras instaladas no Mucuripe está em seu volume máximo, de 100 mil metros cúbicos, e, por enquanto, as empresas não estão autorizadas a fazer expansão. A OAB montou uma comissão mista para acompanhar o caso, desde o ano passado, em função do impacto no preço do combustível que chega ao consumidor.

Vídeo mostra fila de navios no porto de Mucuripe à espera de vaga para ancorar.

A transferência para o Pecém resolve o problema?
“É crucial resolver este problema. As distribuidoras estão instaladas há décadas e precisam fazer investimentos, hoje sequer as licenças de operação estão sendo expedidas. O que se armazena de gasolina hoje só é suficiente para uma semana, o que faz com que muitas empresas tenham que encomendar combustível pelo modal rodoviário, o que também onera o sistema”, afirma Rachel.

Návios aguardando para descarregar no porto de Mucuripe.
Cinco distribuidoras operam no Mucuripe, por onde passa todo tipo de combustível líquido: Petrobras (BR), SP, Shell (Raízen), Ipiranga, e Ale. Destas, apenas três - BR, Raízen e SP são proprietárias de tancagem. As demais, incluindo a SP (para ter um volume maior), operam no regime de cessão de espaço, ou seja, alugam armazenagem. O parque já foi maior. Durante a década de 1990, a Texaco (vendida para Ipiranga em 2008), desativou sua base e desfez seus tanques.

Isso sem falar no desgaste natural dos equipamentos, em função da grande abrasividade do local, o que de acordo com o consultor na área de combustíveis e energia, Bruno Iughetti, já foi responsável pela redução de 30% da capacidade operacional do parque do Mucuripe. “Se nada for feito, há sim a possibilidade de, mais na frente, ocorrer um desabastecimento”.

Em contrapartida, o mercado consumidor quase triplicou neste período. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP), em 2000, o volume comercializado aos postos no Ceará era de 471,6 mil m3. Em 2016, o consumo já era de mais de 1,3 milhão de m3. A estatística leva em conta o que é comprado pelos postos de dentro e de fora do Estado.

O estudo da SP Combustíveis aponta que, para atender o mercado do Ceará todo, considerando as condições atuais de fornecimento e regulamentação da ANP, seria necessário um acréscimo em torno de 50 mil m3. Atualmente, 30% do volume de combustível de Fortaleza são supridos via transporte rodoviário de polos vizinhos, principalmente Rio Grande do Norte e Pernambuco. “Esta ineficiência gera um ônus operacional para as distribuidoras muito alto”, lamenta o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sindipostos-CE), Antônio Machado.

A gasolina vendida nos postos do Ceará a um preço médio de R$ 3,807, é a segunda mais cara do Nordeste, perdendo apenas para Alagoas (R$ 3,842), conforme pesquisa semanal da ANP. Em Pernambuco, onde se constata o menor valor, o preço médio ao consumidor é de R$ 3,391.

Com a colaboração do Diário do Nordeste