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28/04/2023

Boletim das chuvas (28 de abril de 2023)

Por: Tribuna de ACOPIARA
BOLETIM FUNCEME DE ACOPIARA



Nas ultimas 24 horas choveu em algumas partes de Acopiara. As maiores precipitações foram registradas nas regiões de Guaribas e Vila Caixa.

Segue os dados de registro de chuvas das ultimas 24 horas:
Precipitações em Acopiara em 28-04-2023



Vale salientar que a sede da cidade e parte da região rural foram tomados, na madugada deste dia, por uma nuvem de névoa muito espessa. A visibilidade em alguns pontos ficou muito reduzida chegando mesmo a tornar perigoso o deslocamento de veículos. Apesar do perigo, não foi registrado nenhum incidente em decorrência do fenômeno.

Para as próximas 24 horas a tendência é de chuvas moderada em algumas localidades.


Com dados da Funceme.

06/01/2018

Dez cidades da Região do Cariri registram chuvas, diz Funceme.

Por: Tribuna de ACOPIARA
Em Acopiara segue sem chuva significante.

Fortaleza amanheceu neste sábado com uma leve chuva. (Foto: Gioras Xerez)

Dez municípios da Região do Cariri registraram chuvas no intervalo de 7h desta sexta-feira (5) até as 7h deste sábado (6). O registro de maior chuva aconteceu na cidade de Barro distante 524 quilômetros de Fortaleza. Lá, o volume acumulado foi de 30.1 milímetros.

Em seguida choveu também em Abaiara, onde foi computado 30.0 milímetros. Houve boas chuvas nas cidades de Aurora (20,2 mm); Missão Velha (18,0 mm); Mauriti (10,5 mm); Barbalha (10,0 mm); Crato (9,0 mm), Lavras da Mangabeira (8,0 mm), Cedro (6,0 mm) e Jati (2,0 mm).

Houve precipitações também nas cidades de Camocim, São Gonçalo do Amarante, Cedro e Quixeramobim. Já em Fortaleza a Funceme registrou precipitação de apenas 2,4 milímetros.

10 maiores chuvas por município do dia
Barro (Posto: Engenho Velho) : 30.1 mm
Abaiara (Posto: Abaiara) : 30.0 mm
Aurora (Posto: Sitio Tipi) : 20.2 mm
Aurora (Posto: Aurora) : 19.2 mm
Missão Velha (Posto: Jamacaru) : 18.0 mm
Barro (Posto: Cuncas) : 15.4 mm
Barro (Posto: Monte Alegre) : 11.4 mm
Mauriti (Posto: Mauriti) : 10.5 mm
Barbalha (Posto: Barbalha) : 10.0 mm
Crato (Posto: Crato) : 9.0 mm

Previsão para o sábado
Nebulosidade variável com possibilidade de chuvas isoladas no litoral, no maciço do baturité e com chuva no centro-sul e na serra da Ibiapaba.

Previsão para o domingo
Ao longo do dia, nebulosidade variável com possibilidade de chuva no litoral e com chuva no centro-sul do estado. Nas demais áreas, céu parcialmente nublado.

Previsão para segunda-feira
Há possibilidade de chuva na faixa litorânea e região jaguaribana. Nas demais regiões, céu parcialmente nublado.

As precipitações, segundo a (Funceme), se deram pela influência de nuvens sobre o estado do Ceará.
(Foto: INPE/CPTEC/DSA.)

Precipitações
As precipitações, segundo a (Funceme), se deram pela influência de nuvens sobre o estado do Ceará. No oceano Atlântico, junto ao setor leste do Nordeste brasileiro, observa-se a presença de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN - sistema de baixa pressão atmosférica e circulação horária a aproximadamente 12km de altura).

No sul do Nordeste, verificam-se nuvens que estão associadas à proximidade da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS - banda de nebulosidade e precipitação com orientação noroeste-sudeste, que se estende desde o sul e leste da Amazônia até o sudoeste do oceano Atlântico Sul).

Acopiara
A previsão indica uma chance de 80% que poderá chover no final da tarde deste sábado e começo da madrugada do domingo. Durante o dia do domingo não há previsão de chuvas assim como toda a  segunda-feira.

Com a colaboração do G1.com

25/04/2017

As precipitações de abril em Acopiara ficaram abaixo do esperado. Situação preocupa autoridades.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Cidade amarga uma estiagem que já dura mais de 20 dias.

Faltando 5 dias para acabar o mês, as precipitações em Acopiara estão 62% abaixo do volume normal para o período.

Situação da Barragem de Acopiara no inicio de Abril.
A cidade amarga uma estiagem que já dura 21 dias e com isso as plantações tem sofrido bastante. Durante esse período de estiagem até ouve chuvas, mas foram isoladas e em locais distintos. O mês de abril é um mês muito importante para o agricultor pois é nesse período que o legume plantado em janeiro começa a produzir. A falta de chuvas em abril interfere diretamente na qualidade do milho.

Os reservatórios da cidade também têm enfrentado uma crise preocupante. A barragem Dr. Tibúrcio Soares está com menos de 6% de sua capacidade. Se o cenário não mudar, em 2 meses estará completamente seca. As chuvas do inicio do ano não foram suficientes para aumentar o nível de água da mesma e a falta de chuvas de abril só piorou a situação.

Previsão
A FUNCEME não prever chuva pelos próximos 3 dias. Segundo o órgão a situação tende a melhorar somente a partir de sábado.

17/04/2017

Nível de seca no Ceará diminuiu, mas regiões como o centro sul ainda amargam um nível da seca mais que extrema.

Por: Tribuna de ACOPIARA

No geral, as mudanças mais significativas foram observadas na parte Norte onde, em algumas áreas, houve a redução de até dois níveis de severidade da estiagem. Em contrapartida, 42 açudes têm volume morto e 18 estão secos.

Açude Orós, um dos mais importantes do Estado, vem movimentando bastante água. (FOTO: JL Rosa)

O nível de seca excepcional, que é o pior nível de estiagem conforme classificação do Monitor das Secas do Nordeste, foi reduzido a zero no Ceará após as no Estado. Em fevereiro, o nível já havia diminuído drasticamente em relação ao início do ano, quando era de 63,64%.

Com a redução, o Ceará junta-se ao Maranhão como os únicos estados com nível excepcional zerado. No Nordeste, os piores índices estão em Pernambuco (91,2%), Sergipe (82,5%) e Paraíba (72,3%).

Os dados, que foram produzidos pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e divulgados pela Agência Nacional das Águas (ANA), indicam que os prejuízos provocados pela estiagem não serão mais a curto prazo, além da diminuição das perdas de produção agrícola.

Apesar disso, o último levantamento publicado do Diário do Nordeste no último dia 15, revela que 42 açudes têm volume morto e 18 estão secos. 


Leia Mais:

Regiões Norte e Centro-Sul
No Ceará, as mudanças mais significativas foram observadas na parte Norte, onde, em algumas áreas, houve a redução de até dois níveis de severidade da seca, passando de seca grave (S2) para seca fraca (S0) e de seca extrema (S3) para seca moderada (S1), respectivamente. Na parte Centro-Sul, março foi o terceiro mês consecutivo com acumulados de chuva superiores a 100 milímetros em várias áreas e, por isso, os indicadores, principalmente de curto prazo, mostram uma redução na área de seca extrema (S3), passando essa a ser considerada uma seca grave (S2).

As cores do mapa indicam as categorias de seca. Quanto mais escuro, mais seco está.

Aporte hídrico
Atualmente, o Ceará conta com 11 açudes em plena capacidade máxima. Os açudes que estão sangrando são:
Acaraú Mirim (Massapê);
Caldeirões (Saboeiro);
Cahuipe (Caucaia);
Itaúna (Granja);
São Pedro Timbaúba (Miraíma); 
Valério (Altaneira);
Tucunduba (Senador Sá);
Gameleira e Quandú (Itapipoca);
Itapebussu e Maranguapinho (Maranguape)

Há ainda 106 reservatórios com volumes abaixo dos 30%. O Castanhão, principal açude do Ceará, ainda está com apenas 5,85% da sua capacidade.

Previsão
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), empresas que fornecem água tratada no Estado enfrentam dificuldades para manter o abastecimento de dezenas de cidades desde 2012. Já são seis anos seguidos de perda de reservas de água nos reservatórios. "A situação não está fácil", disse o chefe do escritório da Cagece, em Ipaumirim, Natan Dantas, em recente entrevista ao Diário do Nordeste.

As águas que caíram sobre o Estado no 1º trimestre ajudaram  a diminuir a severidade da seca, mas que estão longe do ideal. “O volume  total de chuva dos últimos 3 meses foi suficiente para reduzir o grau de severidade da seca e também os impactos de curto prazo, ou seja, foi suficiente, ou está sendo suficiente, de uma forma em geral, para a agricultura de sequeiro, reposição de pasto, reposição de água nos barreiros e pequenos reservatórios. Entretanto, até o mês de março, não foi suficiente para resolver os impactos de longo prazo, isto e, recuperação do nível dos médios e grandes reservatórios”, explica meteorologista David Ferran.

A Funceme realiza a previsão de tempo de 3 dias e a previsão climática de 3 meses. Na última previsão climática para o total de chuva para o trimestre de março a maio indicava chuvas dentro da média. “O prognóstico, divulgado pela Funceme na manhã desta terça-feira (21), também projeta 20% chances de chuvas acima da média e 37% de probabilidade de precipitações abaixo da média. A média histórica do Ceará para o mês de abril é de 188mm e, até o dia 16, observamos 90mm. Em maio a média histórica é de 90 mm", explica Ferran.

Situação no Nordeste
Historicamente, conforme os órgãos que monitoram os recursos hídricos, os estados do Nordeste recebem os maiores índices pluviométricos no mês de março, principalmente aqueles localizados na parte Norte, como Maranhão, Piauí e Ceará. Neste ano, as precipitações intensas ajudaram na redução do nível de seca excepcional na região. Em janeiro, o índice era de 60,9%, já no último mês o Monitor das Secas apontou redução para 32,8%.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

01/04/2017

Abril começa com chuvas fortes na maior parte do Ceará.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Chuvas ocorreram com menos intensidade no Cariri, no Sul do Ceará. Previsão é de mais chuva para os próximos dias, afirma Funceme.

Chuva em Flecheiras, Trairi, no Ceará, nesta quinta-feira (7) (Foto: Wânyffer Monteiro/TV Verdes Mares)

O primeiro dia de abril é de chuva em pelo menos 80 cidades do Ceará, em algumas delas ocorrem chuvas de média e grande intensidade. Até a manhã deste sábado, Granja acumula 88 milímetros de chuva; Crateús, 63; e Mombaça, 55, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

As chuvas ocorrem em todas as regiões do Ceará, mas como menos intensidade no Cariri, no sul do estado. A previsão da Funceme é de que mais chuvas ocorram ao longo do dia em todo o Ceará, prognóstico que se mantém para este domingo (2) e segunda-feira (3). 

No primeiro trimestre deste ano, o volume de chuva ficou um pouco acima da média histórica para o período. São esperados 420 milímetros de precipitação nos três primeiros meses do ano, mas foram registrados 431 milímetros, de acordo com a Funceme.

Com a colaboração do G1.com

31/03/2017

Chuvas de até 60 milímetros nesta sexta-feira, diz Funceme. Em Acopiara voltou a chover no começo da tarde; confira os detalhes no final da reportagem.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Volume de chuvas em março no Ceará foi acima da média histórica. Primeiros dias de abril devem ser chuvosos, prevê Funceme.

Choveu em 122 dos 184 (66%) dos municípios cearenses nesta sexta-feira (31), de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). As maiores precipitações ocorreram nas cidades de Granja (61 milímetros), São Gonçalo do Amarante (56) e Sobral (47).

Com o mês de março praticamente concluído, o Ceará cumula 209 milímetros de chuva no período, acima da média história, de 203 milímetros. Em fevereiro, as chuvas também havia ficado 30% acima da média, mas em janeiro, ficou 32% abaixo do esperado. 

Conforme a previsão da Funceme, abril deve começar com chuvas em todo o estado. A previsão do tempo é de tempo nublado e precipitações em todas as regiões do Ceará para este sábado e domingo (1º e 2).

As chuvas são causadas por uma zona de convergência intertropical (ZNI) que atua no Nordeste brasileiros. Nos últimos dias, as chuvas foram mais comuns na faixa litorânea e região norte, onde a atuação da zona de convergência é mais intensa.

Acopiara
Conforme estava previsto, voltou a chover na tarde desta sexta-feira em Acopiara. As precipitações foram de pouca intensidade e acompanhadas de muito vento que durou aproximadamente 20 minutos. O volume não foi auferido.

A Funceme está prevendo chuvas de leve para moderada durante todo este final de semana na cidade.

Com a colaboração do G1.com

Volta a chover em mais de 100 cidades do Ceará. Acopiara choveu levemente na tarde de ontem.

Por: Tribuna de ACOPIARA

As chuvas mais fortes aconteceram em Granja, cidade que recebeu o maior acumulado de precipitações no mês de março.

Fortaleza também recebeu fortes chuvas no intervalo de 24 horas. ( FOTO: Arquivo Pessoal)
Voltou a chover em um grande número de municípios cearenses no intervalo de 7h desta quinta-feira (30) até as 7h desta sexta-feira (31). Foram registradas precipitações em, pelo menos, 102 municípios. No mesmo intervalo do dia 29 para o dia 30, choveu em 77 cidades, mas com volumes considerados de baixa intensidade. A última vez que choveu em mais de 100 cidades foi no dia 24 deste mês.

As chuvas mais fortes aconteceram em Granja, cidade localizada a 300 quilômetros de Fortaleza, na mesorregião do Litoral Norte. Lá, foram registrados 61 milímetros. O município, inclusive, é o que recebeu o maior acumulado de precipitações neste mês demarço. De acordo com dados preliminares da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), já são 699mm, o que representa um volume 145,4% maior do que a média, que é de 284,8 milímetros.

Em Fortaleza e Região Metropolitana, as chuvas mais fortes foram registradas em Maranguape (31mm) e Fortaleza (29,8mm). 


Previsão
Para esta sexta-feira e este sábado (1º), a Funceme prevê tempo nublado no decorrer do dia e chuvas em todo o Estado. De acordo com o meteorologista da Funceme, Raul Fritz, houve uma reaproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que é o principal sistema indutor de chuvas no Ceará durante a quadra invernosa (fevereiro a maio). A região Centro-Norte deve ser mais favorecida.

Acopiara
Na noite desta quinta-feira, 30 de março, choveu na cidade, mas com intensidade moderada. A precipitação não foi suficiente para acumular água nos açudes.

A previsão é de chuvas de baixa intensidade durante todo o final de semana.

Com a colaboração do Diário do Nordeste

30/03/2017

Ceará volta a registrar chuvas em 71 cidades nesta quinta-feira. No incio da noite choveu em Acopiara.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Maior precipitação ocorreu em Icapuí, com 70 milímetros. Previsão é de mais chuva em todo o Ceará em 1º de abril.

Fortaleza registrou chuvas hoje.
O Ceará voltou a receber chuvas fortes nesta quinta-feira (30) nas regiões litorânea, no Jaguaribe e em parte do Cariri, no Sul do Ceará. As chuvas foram registradas em 71 das 184 cidades cearenses, com maiores volumes em Icapuí (70 milímetros), São Gonçalo do Amarante (55), Beberibe (50) e Tianguá (49).

A previsão do tempo é de mais chuva no Ceará nesta sexta e sábado, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). 

Conforme o órgão, nesta sexta (31), a previsão é de variações de tempo nublado com chuva nas regiões do litoral de Fortaleza, Pecém, Maciço de Baturié e sul do estado. Nas demais, regiões céu nublado com chuva. No sábado, 1º de abril, deve ocorrer chuva em todo o Ceará ao longo do dia.

Até esta quinta-feira, o Ceará acumula 211 milímetros de chuva em todo o estado, o melhor mês de março desde 2008, segundo os registros da Funceme. A previsão para abril é de que as chuvas ocorram também acima da média para o mês, que é de 188 milímetros.

Acopiara
Começou a chover às 18 horas desta quinta-feira. Até a publicação desta matéria já são mais de 40 minutos de chuva. Apesar de fina, a precipitação anima o agricultor pois garante que suas plantas não morra por falta de água. A previsão é de mais chuvas durante nesta sexta e sábado.

Com a colaboração do G1.com

28/03/2017

Deseja acompanhar em tempo real a previsão do tempo em Acopiara?

Por: Tribuna de ACOPIARA

A aplicação permite acompanhar em tempo real a temperatura e o clima em Acopiara. e também oferece a possibilidade de ver a previsão para os dias futuros.

A aplicação está disponível apenas para computadores, notebooks e netbooks. Para ter acesso à visualização da aplicação em seu aparelho celular deverá modificar a navegação para "versão da web" ou "modo completo"



Com a colaboração do G1.com

24/03/2017

Região Jaguaribana e Inhamuns recebem as maiores chuvas nesta 6ª.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Outra região que recebeu precipitações satisfatórias foi a da Ibiapaba. Em todo o Ceará choveu em 128 cidades.

A Região Jaguaribana, Ibiapaba e Sertão Central e Inhamuns receberam as maiores chuvas desta sexta-feira (24), segundo dados divulgados pela  Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Segundo a Funceme, entre 7h de quinta-feira (23) até 7h desta sexta-feira (24), choveu em todas as cidades das três regiões.  Em todo o Ceará  choveu em  128 cidades.

Choveu praticamente em todo o estado do Ceará nesta sexta-feira.
(Foto: Reprodução/Funceme)
Na Região Jaguaribana, a maior chuva foi registrada na cidade de Aracati com 62.6 milímetros. Choveu também nos municípios de Orós (58.0 milímetros); Icapuí (52.0 mm); Icó (45.0 mm); São João Do Jaguaribe (40.0 mm) e Ererê ( 37.2 mm).

Já na Região da Ibiapaba a maior precipitação ocorreu em Tianguá com 61.4 milímetros. Houve boas precipitações nas cidades de Varjota (57.6 mm); Reriutaba (55.0 mm) e Graça (54.0 mm).

Enquanto na Região Inhamuns aconteceu precipitações em Quixelô (60.0 mm); Quixeramobim (50.2 mm); Quixadá (48.0 mm); Santa Quitéria (40.1) e Senador Pompeu (33.0 mm).


Precipitações em Fortaleza
A Funceme informou que em Fortaleza choveu 51.9 milímetros no Posto Pici. Foi registado precipitação também no Posto Água Fria (37.0 milímetros) e no Posto Castelão (27.2 milímetros).

Entrada principal da cidade de Acopiara.
Precipitações em Acopiara
Também foram registradas chuvas em Acopiara na quinta e nesta sexta-feira. Ambas as chuvas foram de pouca intensidade, mas suficientes para baixar as temperaturas e amenizar a sensação de calor típico da região.


Previsão para fim de semana
De acordo com a Funceme, no decorrer do dia, a previsão será de céu nublado com chuvas no centro-norte do estado. No sul, nebulosidade variável com chuvas. Já no sábado (25), ao longo do dia, céu nublado com chuva no centro-norte do Ceará. No sul, nebulosidade variável com chuva.  No domingo deve decorrer do dia, nebulosidade variável com chuva em todas as regiões cearenses.

Segurança hídrica em 21 cidades
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) divulgou na quarta-feira (22) uma lista de 21 cidades onde as chuvas garantiram armazenamento de água até pelo menos 2018.

Os municípios são Altaneira, Antonina do Norte, Canindé, Caridade, Coreaú, Forquilha, General Sampaio, Graça, Independência, Maranguape, Martinópole, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Paramoti, Pires Ferreira, Reriutaba, Senador Sá, Tejuçuoca, Uruoca e Varjota. Além dos distritos de Lagoa do Mato (Itatira), São Domingos (Caridade), Tabuleiro dos Mendes (Antonina do Norte) e Lapa (Graça). Para o diretor de Unidade de Negócios do Interior da Cagece, Hélder Cortez, o número ainda pode aumentar.

Em Fortaleza e Região Metropolitana, a situação segue crítica. O principal açude que abastece a região, o Castanhão, está muito abaixo de sua capacidade de armazenamento, com um volume de apenas 5,7%.

De pequeno porte, Tijuquinha sangra pela segunda vez em 2015 (Foto: Divulga Milhã)

Com a colaboração do G1.com

Março já registrou maior volume de chuvas para o mês desde 2009.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Neste ano já foi registrado um aporte total de 637,65 milhões m³ nos reservatórios do Estado; Acaraú Mirim, Caldeirões, Valério e Maranguapinho estão sangrando, mas diversas cidades incluindo Acopiara ainda estão com nível crítico em seus reservatórios.

Faltando ainda cerca de uma semana para o fim do mês, o volume de chuvas registrado em março de 2017 já é o maior desde 2009, quando o Ceará teve 207,9 milímetros durante o mês todo.

Até agora, as precipitações neste mês somam 190,1 milímetros, conforme dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Porém, o montante ainda é 6,6% menor do que a média histórica do período, que é de 203,4mm.

O volume mensal, apesar de ser o maior em 8 anos, somente não é maior pois três das oito macrorregiões do Estado - Litoral de Fortaleza, Litoral Norte e o Maciço de Baturité - registraram chuvas abaixo da média histórica até esta sexta-feira (24).

Infográfico com o comparativo das chuvas em março desde 2007 a 2017

Contribuição para açudes
Com as chuvas recebidas em março, os 153 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), cuja capacidade total são 18,64 bilhões m³, apresentam volume de 1,70 bilhão m³ (9,27%).

Neste ano já foi registrado um aporte total de 637,65 milhões m³. Os reservatórios destaques que tiveram recarga foram: Castanhão, Itaúna, General Sampaio, Acaraú Mirim e Edson Queiroz. No total 67 açudes registraram aporte. Acaraú Mirim, Caldeirões, Valério e Maranguapinho estão sangrando.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

23/03/2017

Fortaleza registra chuva de 42.4 milímetros nesta quinta-feira. Em Acopiara também choveu.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Defesa Civil informou que não recebeu nenhuma ocorrência grave. Choveu em mais de 100 municípios do Ceará, segundo a Funceme.

Por causa da chuva no início da manhã, o trânsito na BR-116 ficou congestionado.
O posto pluviométrico da Messejana registrou chuva de 42.4 milímetros.
Foi registrada precipitação também no Posto Água Fria 29 milímetros.
(Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)

Chove em Fortaleza desde a madrugada desta quinta-feira (23). Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), até as 8h35 desta quinta-feira, o posto pluviométrico da Messejana registrou chuva de 42.4 milímetros. Foi registrada precipitação também no Posto Água Fria de 29 milímetros. Já o Posto Pici apontou 14.3 milímetros.

Apesar da chuva intensa a Defesa Civil informou que não recebeu nenhuma ocorrência grave como deslizamentos e alagamentos como ruas intransitáveis e água entrando nas casas. A Defesa Civil reforçou que está com equipes de plantão nesta quinta, para trabalhos de prevenção, monitoramento e atendimento.

Com a chuva houve alguns pontos de alagamentos em locais já conhecidos na cidade como, por exemplo, na Avenida Almirante Henrique Sabóia (Via Expressa), Avenida Heráclito Graça com Ildefonso Albano e trecho da da Avenida Alberto Craveiro próximo ao Mackro. Porém, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) informou que os pontos de alagamentos não representaram problemas para os motoristas.

Semáforos com problemas
A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) afirmou que o semáforo do cruzamento da Avenida Humberto Monte com Jovita Feitosa, no Bairro Pici apresentou problemas no início da manhã, mas o semáforo já voltou ao normal.


Funceme prevê dias nublados e chuvosos em todas as regiões do Ceará nesta quinta e sexta-feira (23 e 24).
(Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)

Precipitações em Fortaleza
A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) prevê dias nublados e chuvosos em todas as regiões do Ceará nesta quinta e sexta-feira (23 e 24). As chuvas são ocasionadas pela atuação de uma zona de convergência intertropical no Nordeste brasileiro.

Nesta quinta-feira, as chuvas se concentraram principalmente na Região Jaguaribana e Região Sertão Central e Inhamuns do estado. As precipitações ocorreram em mais de 100 cidades das 184 do Ceará, sendo os maiores volumes em Quixeré (102 milímetros), Russas (91), Madalena (76.6) e Paraipaba (76.2).

Segurança hídrica em 21 cidades
Nesta quarta, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) divulgou uma lista de 21 cidades onde as chuvas garantiram armazenamento de água até pelo menos 2018.

Os municípios são Altaneira, Antonina do Norte, Canindé, Caridade, Coreaú, Forquilha, General Sampaio, Graça, Independência, Maranguape, Martinópole, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Paramoti, Pires Ferreira, Reriutaba, Senador Sá, Tejuçuoca, Uruoca e Varjota. Além dos distritos de Lagoa do Mato (Itatira), São Domingos (Caridade), Tabuleiro dos Mendes (Antonina do Norte) e Lapa (Graça). Para o diretor de Unidade de Negócios do Interior da Cagece, Hélder Cortez, o número ainda pode aumentar.

Em Fortaleza e Região Metropolitana, a situação segue crítica. O principal açude que abastece a região, o Castanhão, está muito abaixo de sua capacidade de armazenamento, com um volume de apenas 5,7%.

Açude Maranguapinho foi o primeiro da Região Metropolitana a sangrar
(Foto: Reprodução)

Acopiara
A sede de Acopiara também recebeu chuvas nesta manhã de quinta-feira.

Apesar das constantes chuvas, o volume ainda não é suficiente para reabastecer a barragem Dr. Tibúrcio Soares, principal reservatório da cidade que está com seu nível de água em estado crítico.

Segundo a Funceme, deverá chover durante o final de semana na cidade.

Avenida Paulino Félix. Acopiara-CE

Com a colaboração do G1.com e TV Verdes Mares.


22/03/2017

Funceme prevê mais chuva em todo o Ceará na quinta e sexta-feira.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Chuvas garantem abastecimento em 21 cidades até 2018, porém outras, como Acopiara, ainda estão com o nível dos reservatórios em estado crítico.

Acopiara é uma das cidades que ainda não choveu o suficiente
para acumular água no principal reservatório da cidade.
A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) prevê dias nublados e chuvosos em todas as regiões do Ceará nesta quinta e sexta-feira (23 e 24). As chuvas são ocasionadas pela atuação de uma zona de convergência intertropical no Nordeste brasileiro. 

Nesta quarta-feira (22), as chuvas se concentraram principalmente no litoral e Região Norte do estado. As precipitações ocorreram em 74 das 184 cidades do Ceará, sendo os maiores volumes em Barro (70 milímetros), Granja (59), Itaitinga (54) e Cascavel (47).

Chuva em Fortaleza.

Segurança hídrica em 21 cidades
Nesta quarta, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) divulgou uma lista de 21 cidades onde as chuvas garantiram armazenamento de água até pelo menos 2018.

Os municípios são Altaneira, Antonina do Norte, Canindé, Caridade, Coreaú, Forquilha, General Sampaio, Graça, Independência, Maranguape, Martinópole, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Paramoti, Pires Ferreira, Reriutaba, Senador Sá, Tejuçuoca, Uruoca e Varjota. Além dos distritos de Lagoa do Mato (Itatira), São Domingos (Caridade), Tabuleiro dos Mendes (Antonina do Norte) e Lapa (Graça). Para o diretor de Unidade de Negócios do Interior da Cagece, Hélder Cortez, o número ainda pode aumentar.

Em Fortaleza e Região Metropolitana, a situação segue crítica. O principal açude que abastece a região, o Castanhão, está muito abaixo de sua capacidade de armazenamento, com um volume de apenas 5,7%.

Com a colaboração do G1.com


09/03/2017

Chove em 107 cidades do CE; Cariri e Inhamuns registram boas chuvas. Acopiara foi uma das cidades onde choveu.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Previsão para os próximos dias é de mais chuvas em todo o Ceará. Região Metropolitana choveu em Fortaleza, Caucaia e São Gonçalo.

O mês de março começou com boas chuvas em todo o Ceará. Pelo menos 107 cidades registraram chuvas, segundo balanço da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) relativo ao período entre 7h desta quarta-feira (8) e 7h desta quinta-feira (9).

Imagens via Satélite indicam nuvens em todo o Estado
A Região Metropolitana de Fortaleza recebeu as maiores precipitações. Em Fortaleza, segundo a Funceme, no Posto Água Fria foram registradas 110.0 milímetros. Em Caucaia houve precipitação de 102.4 milímetros. Fortaleza registrou boas chuvas no Posto Pici com 85.0 milímetros. Logo em seguida aparece São Gonçalo do Amarante com 85 milímetros.

No interior, a cidade de Crateús, no Sertão dos Inhamuns registrou chuvas de 73 milímetros.  Outros municípios na relação onde mais choveu foram Araripe (64,6 mm), Milagres (63.0 mm), Novo Oriente (63.0 mm) e Solonópole (61.0 mm).

Previsão para próximos dias
Ao longo desta quinta-feira, a previsão da Funceme ao longo do dia, de nebulosidade variável com chuvas em todo o estado do Ceará. Na sexta-feira (10), ao longo do dia, nebulosidade variável com chuva em todas as regiões. Já no sábado (11), nebulosidade variável com chuvas em todas as regiões cearenses ao longo do dia.

Com a colaboração do G1.com e FUNCEME


06/03/2017

Chuva em Quixadá transforma ruas em rios, isola bairros e alaga casas.

Por: Tribuna de ACOPIARA

A Avenida José Caetano voltou a se transformar em um rio.
A água correu até por áreas mais altas, como o Centro e no Planalto Universitário.

Aproximadamente uma hora de chuva foi o suficiente para provocar alagamentos e causar transtornos em vários bairros de Quixadá, no Centro do Estado. Além do entorno do terminal rodoviário da cidade, onde o problema persiste há mais de duas décadas, noutros pontos, como a Rua Padre Cícero, no bairro Triângulo, após nove anos os moradores voltaram a viver o drama da água invadindo suas casas.

No início desta manhã a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) havia registrado 57 milímetros, no posto Custódio, 79mm no posto Quixadá e 72,6mm no açude Cedro. Entretanto, nos pluviômetros instalados em algumas residências da cidade, as chuvas do início da noite deste domingo (6) chegaram aos 100 mm. Porém, este número não é oficial.

Ainda conforme a Funceme, durante todo o mês de janeiro deste ano, choveu 72,7 mm em Quixadá, dentro da média histórica. Em fevereiro foram 235,6mm, com um desvio pluviométrico positivo de 130,6 mm. Neste mês de março, em cinco dias, havia chovido apenas 38,4 mm. A média é de 171,1mm.

Embora a população tenha esperado uma enchente na última quinta-feira (2), conforme as autoridades alertaram, com vendavais, chuvas intensas e raios, o prognóstico se confirmou nesta cidade somente 48 horas depois, com trovoadas e raios. Desta vez, os bairros Baviera, Carrascal e até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no Renascer, tiveram o acesso interrompido.

Diversos pontos da cidade estão em estado críticos, como o Conjunto da Palha. A água voltou a invadir várias casas, todavia não houve registro de danos mais graves. Apenas uma árvore caiu na pracinha do Cemitério Municipal Nossa Senhora do Carmo.



Previsão meteorológica
Apesar das chuvas terem parado, o dia amanheceu nublado em Quixadá. A Funceme prevê para esta segunda-feira (6) mais possibilidade de chuvas, isoladas, em todo o Estado. Esse quadro deve prosseguir nesta terça e quarta-feira, com chuvas em todas as regiões.

O quadro atual está sendo provocado por um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), um sistema de baixa pressão atmosférica e circulação horária a aproximadamente 12 km de altura sobre o leste da Bahia. Na imagem do satélite GOES-13, canal Visível, das 8h local, é possível observar nuvens mais significativas sobre o sul do Ceará.

De acordo com a Funceme, o outro sistema meteorológico responsável chuvas no Estado, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) se afastou do norte do nordeste brasileiro.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.


05/03/2017

Ceará deverá ter chuvas em todas as regiões nesse inicio de semana


Previsão é da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos.
Chuvas isoladas devem ocorrer na segunda e terça-feira.

Acopiara tem recebido chuvas, mas o volume ainda é bem abaixo que em outras regiões 
A segunda semana de março deve começar com chuva em todas as regiões do Ceará, conforme precisão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Segundo o órgão, nesta segunda-feira (6), deve ocorrer nebulosidade variável com possibilidade de chuvas isoladas em todo o Ceará. A previsão de chuvas isoladas se mantém na terça.

Neste domingo (5), O Ceará registrou chuva em pelo menos 57 cidades, sendo a maior precipitação no Posto Serra Brava, no município de Milagres, com 95,2 milímetros. As outras maiores precipitações do dia foram em Missão Velha (64 mm), Cedro (60 mm), Milagres (55,3 mm), Iguatu (45 mm), Ipaumirim (44 mm), Abaiara (43 mm), Cariús (38 mm), Baixio (37 mm) e Cariús (35 mm).

Fortaleza deve receber boas chuvas neste fim de semana, segundo a Funceme.
(Foto: Beatriz Gurgel/Arquivo Pessoal)
Fortaleza registrou baixas chuvas neste domingo, com apenas 11 mm no Posto Castelão e 5 mm no Posto Messejana. No período entre 7h de sexta-feira (3) e 7h deste sábado (4), a capital teve a segunda maior chuva do Ceará, com 48 milímetros observados no posto Água Fria.

Com a colaboração do G1.com


02/03/2017

Nesta sexta-feira poderá ter chuvas fortes e até vendaval no Ceará. Acopiara está na lista do alerta.

Por: Tribuna de ACOPIARA

INPE emite alerta de chuva forte com raios e vendaval no ceará. Acopiara será uma das cidades afetadas

Acopiara-CE distante 350 km de Fortaleza é uma das cidades onde o fenômeno poderá ocorrer.

A sexta-feira (3) deve ser com registro de chuva forte em diversos pontos do Ceará. Segundo alerta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) a  precipitação deve ser acompanhada de descargas elétricas, rajadas de vento e acumulados de precipitação pontuais. O aviso foi divulgado pelo  nesta quinta-feira (2).

O alerta tem validade para 124 cidades e localidades, inclusive Fortaleza. Conforme o instituto há risco considerável para ocorrência de fenômeno meteorológico adverso dentro das próximas 120 horas no estado.

A Defesa Civil, após o boletim, orientou que em situações de alto risco de desastres, deve ser acionado do Plano de Contingência Municipal para a verificação in loco das áreas potencialmente atingidas, a solicitação de apoio dos órgãos locais correlatos, a preparação de abrigos temporários e das rotas de fuga e de outras medidas previstas e necessárias.

Chuvas em fevereiro
Monitoramento da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), anotou que o mês fevereiro registrou o maior volume de chuvas desde 2011 - quando choveu 169,6 milímetros no estado - e quase o triplo que o registrado no mesmo período do ano passado, quando 53,2 milímetros foram observados. Além disso, desde 2012 o estado não ultrapassava a média histórica prevista para o mês.

No Ceará, a média histórica de chuvas para fevereiro é de 118,6 milímetros, mas em 2017 o volume observado foi de 158,7 milímetros, cerca de 33,8% superior ao observado para o mês na série histórica


Confira as cidades do alerta:
Acarape
Acaraú
Acopiara
Aiuaba
Alcântaras
Amontada
Antonina do Norte
Apuiarés
Aquiraz
Aracoiaba
Ararendá
Aratuba
Arneiroz
Assaré
Barreira
Barroquinha
Baturité
Bela Cruz
Boa Viagem
Camocim
Canindé
Capistrano
Caponga
Caridade
Cariré
Carnaubal
Cascavel
Catarina
Catunda
Caucaia
Chaval
Choró
Chorozinho
Coreaú
Crateús
Croatá
Cruz
Eusébio
Forquilha
Fortaleza
Frecheirinha
General Sampaio
Graça
Granja
Groaíras
Guaiúba
Guaraciaba do Norte
Guaramiranga
Hidrolândia
Horizonte
Ibaretama
Ibiapina
Icaraí
Independência
Ipaporanga
Ipu
Ipueiras
Irauçuba
Itaitinga
Itapagé
Itapipoca
Itapiúna
Itarema
Itatira
Jijoca de Jericoacoara
Madalena
Maracanaú
Maranguape
Marco
Martinópole
Massapê
Meruoca
Miraíma
Mombaça
Monsenhor Tabosa
Moraújo
Morrinhos
Mucambo
Mulungu
Nova Russas
Novo Oriente
Ocara
Pacajus
Pacatuba
Pacoti
Pacujá
Palmácia
Paracuru
Paraipaba
Parambu
Paramoti
Pecém
Pedra Branca
Pentecoste
Pindoretama
Piquet Carneiro
Pires Ferreira CE
Poranga
Praia de Lagoinha
Quiterianópolis
Quixadá
Quixeramobim
Redenção
Reriutaba
Saboeiro
Santana do Acaraú
Santa Quitéria
São Benedito
São Gonçalo do Amarante
São Luís do Curu
Senador Pompeu
Senador Sá
Sobral
Tamboril
Tarrafas
Tauá
Tejuçuoca
Tianguá
Trairi
Tururu
Ubajara
Umirim
Uruburetama
Uruoca
Varjota do Ceará

Com a colaboração de: INPE e G1.com


11/02/2017

O aquecimento global e os efeitos no clima do Nordeste

Estudo da ONU aponta futuro sombrio para o Nordeste. O Nordeste será um grande deserto.

Atividades Agrícolas deverão desaparecer durante este século

Segundo um estudo organizado pela ONU em 2016 os efeitos do Aquecimento Global serão devastadores para o Nordeste do Brasil. Com os efeitos das mudanças climáticas o Clima e a Agricultura não serão mais os mesmos. Os prognósticos indicam que no final do século XXI haverá uma grande variação no nível de precipitação em todo o Brasil. Estima-se que no Nordeste haverá uma redução de 22% das chuvas enquanto que nas regiões mais sulinas haverá um aumento gradativo à medida que ruma para o extremo sul, chegando a um aumento de 25% das chuvas.

A disparidade entre Nordeste e sul do país que historicamente é grande, ficará ainda maior. Essa escassez de água terá impacto direto na agricultura local. Essa conclusão constas nos relatórios “O Estao Mundial da Agricultura e da Alimentação” (SOFA, na sigla em inglês) e “Mudanças Climáticas e Segurança Alimentar e Nutricional da América Latina e Caribe”, publicados em outubro de 2016 pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO).

Segundo a FAO, as alterações no padrão das chuvas terão impacto direto na agricultura latino-americana e caribe, e será cada vez mais difícil realizar colheitas, criar animais, gerir florestas e pescar nos mesmos locais e da mesma forma que anteriormente. Essas mudanças se darão tanto nos locais que terão redução de chuvas, quanto nos locais que terão aumento acentuado.

O Nordeste, será o mais castigado segundo o estudo. Estima-se que até o final desse século, se nada for feito, a escassez de água será plena e a vegetação será muito castigada. As áreas de desertificação aumentarão em mais de 65% e a agricultura tradicional desaparecerá juntamente com a criação de animais. As fontes de água secarão e os reservatórios não acumularão água suficiente para os longos períodos de estiagem que aparecerão. A paisagem ficará muito próxima de um deserto e as condições de vida ficarão impraticáveis.

A falta de água
Com os efeitos do aquecimento global os períodos de secas prologadas ficarão cada vez mais fortes. Como consequência das estiagens sucessivas os reservatórios vão secar e com isso a captação da água será redirecionado para o subsolo. Acontece que com a falta de chuva os reservatórios subterrâneos também não serão reabastecidos e ao longo do século deverão ficar bastante escassos. As fontes naturais secarão e os rios perenes secarão por completo. Quando houver chuvas, o pouco de água que cair será rapidamente absorvido pelo solo degradado pelo calor excessivo. As chuvas não serão capazes de encher os reservatórios de água e tão menos ainda de recompor o nível das águas subterrâneas. O problema persistirá pelos séculos seguintes até o total colapso da região.

Efeitos da falta de água
Os primeiros efeitos da falta de água no Nordeste serão na agricultura e pecuária tradicionais. Ambos deverão desaparecer rapidamente.
Os efeitos secundários serão consequência do desaparecimento da agricultura: a falta de alimentos. Segundo a FAO, o Nordeste deverá ficar totalmente dependente da agricultura e da pecuária das outras regiões do Brasil, encarecendo o preço dos alimentos e sobrecarregando as outras regiões.

Então chegará o efeito mais calamitoso desse desastre anunciado: a fome e a sede do povo. Com o desaparecimento das atividades agrícolas a região mergulhará numa onda de empobrecimento da população. Além disso, a necessidade de importar alimento com auto preço de custo extirpará o poder econômico das famílias. As condições de vidas deverão se aproximar ao dos países africanos. Mais pobres.

O êxodo
Para finalizar teremos um êxodo em massa do Nordeste. Sem condições de sobrevivência a população migrará para as regiões mais abastardas do Brasil o que deverá agravar as condições dessas regiões que terão um inchaço populacional sem precedentes. Essas regiões passarão a enfrentar problemas ainda maiores de ocupação desordenada, falta de estrutura básica na saúde, educação e segurança pública aumentando de forma exponencial a violência, analfabetismo e doenças. A renda per-capita diminuirá significativamente juntamente com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

Esse relatório faz uma avaliação de todos os países. Nesta reportagem destacamos apenas a região Nordeste do Brasil. Para ler o relatório na integra acesse o link abaixo. O relatório possui 214 páginas e traz um estudo detalhado sobre os prognósticos das mudanças climática e seus efeitos no mundo até 2099.

Para baixar relatório completo.

Fonte: ONUBR


10/02/2017