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12/04/2017

Cedro se prepara para encenação da Paixão de Cristo.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Os preparativos da Encenação da Paixão de Cristo em Cedro vêm acontecendo há meses no antigo galpão da Cooperativa Agrícola e Industrial de Cedro (COCEDRO), onde uma equipe de voluntários trabalha diariamente na confecção e ajustes dos figurinos.

O espetáculo, que acontecerá de 14 a 16 de Abril, tem direção geral de Ertim Morais, sendo uma realização da Paróquia São João Batista em conjunto com a Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP) com o apoio da Prefeitura de Cedro e sociedade civil.

Para o Padre Ademar Alves, o espetáculo tem se tornado momento de reflexão sobre a vida de Jesus Cristo. “Estaremos percorrendo ruas da cidade para mostrar que Cristo ressuscitou para viver em nossos corações”. Explica.

Itinerário
O espetáculo na sexta-feira, 14 de abril, começa às 17 horas, logo após celebração na Igreja Matriz. O cortejo seguirá pela antiga estação Ferroviária. O final será no Morro do Mirante, onde acontecem as cenas da crucificação e no dia 16 (domingo), acontecerá a missa e a ressurreição de Jesus Cristo na Igreja Matriz às 19 horas, seguida de louvor. Cerca de 130 pessoas participarão da encenação, entre atores, figurantes e equipe de produção e público estimado em três mil pessoas.

A Prefeitura estará com equipes de apoio para acolher os visitantes. O prefeito Dr. Nilson Diniz relembra que o evento é um atrativo do turismo religioso e como forma de democratizar a cultura. “Um espetáculo que receberá diversos visitantes, levando mensagens para a família, merece nosso apoio”, comentou.

O padre Ademar Alves destaca a participação da juventude nas edições do espetáculo. “Impressiona o empenho e o desejo dos jovens fazerem parte do evento e o número de jovens aumentaram ao passar dos anos”. E finaliza deixando a mensagem. “O evento passa e o amor de Deus permanece nos corações de cada um”, disse.

Ensaios
Os ensaios são abertos à participação do público das 19 às 21 horas, percorrendo o cortejo. Segundo o diretor de cenografia e figurino as peças são produzidas pelos jovens e têm tornado um diferencial. “É no galpão que são projetadas nossas ideias e surgem as peças dos figurinos e com isso a certeza da união da juventude”, disse Diego Oliveira.

O diretor geral do espetáculo Ertim Morais enalteceu a proporção do evento no cenário religioso e se sente otimista no foco principal de promover na arte a vida de Cristo. “O nosso foco é transformar a Paixão de Cristo para trazer os turistas para apreciar nosso espetáculo numa forma atrativa e deixar a mensagem que Cristo está vivo em cada um de nós”, explicou.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

04/04/2017

Para quem pretende visitar o orto do Padre Cícero na Semana Santa em Juazeiro do Norte, fique atento às mudanças.

Por: Tribuna de ACOPIARA


O Secretário de Turismo e Romaria, Júnior Feitosa, realizou a primeira reunião de integração entre os setores que atuarão na Semana Santa, que acontecerá do dia 9 a 16 de abril. O objetivo do encontro foi traçar o plano de trabalho que será executado para a organização dos dias do evento religioso.

A fim de evitar os excessos, principalmente na quinta e sexta-feira santas, quando os fiéis sobem a Colina do Horto, onde encontra-se erguida a estátua do Padre Cícero, a venda e uso de bebidas alcoólicas desde o início da subida, até o Horto e o Santo Sepulcro, serão proibidos. A intenção é resgatar e 'ressignificar' algumas tradições, sem perder o encantamento, inerente à Juazeiro do Norte.

Como atração cultural, o Grupo Compactur irá se apresentar com o tradicional espetáculo Paixão de Cristo, a partir das 8 horas no estacionamento do Horto, na sexta-feira. No maior dia de visitações, serão dispostas tendas em pontos estratégicos da Colina para a distribuição de água, uma ação em parceria com a gestão administrativa e a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE) e a Cristalina.


Restauração
Nas últimas semanas, a pasta fez avaliação das estações da Via Sacra na Rua do Horto. A resina utilizada para a confecção das estátuas não pode ser submetida a elevadas temperaturas. Como os fiéis costumavam acender velas no local durante a subida à Colina do Horto, no período da Semana Santa, alguns monumentos ficaram danificados.

O projeto é reconstruir todos os monumentos com material mais resistente. Esse projeto já está em andamento e o Secretário de Turismo e Romaria, Júnior Feitosa, espera que antes do Ciclo de romarias, que tem início em setembro, já estejam restauradas.

Com a colaboração do Diário do Nordeste

30/03/2017

Papa Francisco anuncia novos santos da Igreja Católica no Brasil; Assista!

Por: Tribuna de ACOPIARA

Mártires de Cunhaú e Uruaçú serão canonizados ainda este ano. Eles foram vítimas de dois massacres no RN.


O Brasil terá novos santos na Igreja Católica. O Papa Francisco confirmou a canonização, ainda esse ano, dos mártires de Cunhaú e Uruaçú. Os futuros santos foram vítimas de dois massacres na época da invasão holandesa no Rio Grande do Norte.

Com a colaboração do G1.com


28/03/2017

Fiéis participam de romaria e mantêm tradição.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Como atividade da Coordenação Municipal de Cultura de Várzea Alegre, aconteceu neste domingo, 26, a XIII Romaria à Capela de Maria de Bil e visita à estátua do Cristo Ressuscitado.


A tradição vem sendo seguida e logo na madrugada, por volta das 5h, fiéis se concentraram na praça da Igreja Matriz de São Raimundo Nonato, de onde seguiram em ônibus cedidos pela Prefeitura até o bairro Sanharol, onde participaram de um café comunitário, na Escola Antão Leandro Bitu.

Após o café comunitário, os fiéis seguiram em caminhada, num percurso de 3km até o alto da Serra da Gravié, onde foi construída em 1957, pelo agricultor José Alves de Oliveira (Zé Pretinho) a capela que referência um dos pontos do martírio de Maria, que em 11 de março de 1926, foi brutalmente assassinada pelo marido Bil após o rompimento do casamento.

Como reforço ao local de romaria anual, em 2014, foi implantada na Serra do Gravié, pela Prefeitura, uma estátua do Cristo Ressuscitado medindo 12 metros de altura, feita em fibra de vidro.

O prefeito Zé Helder acompanhou a romaria e ao final falou aos admiradores de Maria de Bil, que estava contente por ter a oportunidade de voltar a contribuir com o evento religioso e cultural, que foi iniciado em sua primeira gestão em 2005, com a secretaria municipal de Cultura. Ele disse que agora, em seu terceiro mandato, vai contribuir para a caminhada, melhorando a infraestrutura do local.

O povo participa da caminhada com muita devoção, seguindo os rituais que lembram o martírio de Maria, mas também sua fé, compaixão e atenção aos pedidos dos que nela depositam esperança. O coordenador de Cultura, Hélio Batista, disse que a religiosidade popular explica o sentimento de fé que motivo a população.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

25/03/2017

Reconciliação da Igreja com Padre Cícero ainda causa controvérsias.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Nessa sexta-feira (24) completou 173 anos do nascimento do 'Padre Cícero Romão Batista de Juazeiro do Norte'.

Romeiros lotam a Praça do Socorro para reverenciar o Padre Cícero Romão Batista (Foto: André Costa)

Eleito o cearense do século em 2001 e escolhido como um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em 2012, Padre Cícero Romão Batista, considerado Santo pelos devotos nordestinos, há décadas é alvo de invariável dicotomia de juízos. Se entre os romeiros é quase incontestável, entre pesquisadores e estudiosos, o 'Padim' que ontem, dia 24, completou 173 anos de seu nascimento, é figura controversa e fonte de inesgotável estudo.

Em dezembro de 2015, a Diocese do Crato divulgou uma carta-mensagem de sete páginas redigida por expressa vontade do Papa Francisco, segundo atestou o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, a qual trouxe à luz a reconciliação da Igreja Católica com o Padre Cícero, que desde 1889 sofria perseguições diante do propalado milagre do sangramento da hóstia ofertada pelo sacerdote à beata Mara de Araújo.

Após torná-la pública, alguns pesquisadores e especialistas em processos canônicos contestaram o conteúdo da carta. "Em momento algum o Vaticano fala em reabilitar, reconciliar ou perdoar o Padim Ciço. Apenas realça as qualidades de Cícero, nada mais", diz o advogado, escritor e estudioso Lauro Barretto.

A não divulgação da carta em agências de notícias do Vaticano e o fato de o papa não ter assinado o documento também são questionados. "Não há documento assinado pelo Papa Francisco dizendo claramente que a Igreja se reconciliou com Padre Cícero", pontuou o historiador e professor José Sávio Sampaio.

Segundo Paulo Machado, autor do livro "Padre Cícero entre os rumores e a verdade", a "reconciliação e o perdão podem até ocorrer no futuro, mas, no momento, com todo respeito a quem pensa diferente, não houve". O estudioso e escritor Daniel Walker questiona os argumentos adversos. Entende que a carta representa a reconciliação.

"Não ser assinada pelo Papa é irrelevante, pois o cardeal que a assinou tinha credenciais para representar o pensamento de Sua Santidade sobre o assunto. É verdade que a palavra reconciliação não está explícita, mas os argumentos contidos induzem a tal porque as virtudes do Padre Cícero foram evidenciadas, sua pastoral foi elogiada e as romarias foram exaltadas como sendo bons frutos", diz o historiador. Walker ressalta ainda que "a imprensa oficial do Vaticano não divulgou o assunto, mas também não se pronunciou condenando quem divulgou a carta como sendo de reconciliação".

Interrogação
Ao citar um trecho do livro "Padre Cícero, o Patriarca de Juazeiro", escrito no século passado por Monsenhor Azarias Sobreira, em que o autor diz "O Padre Cícero é um cruciante ponto de interrogação", Walker lembra que "assim como para muitos historiadores, Padre Cícero é um suposto santo, um suposto líder, um suposto milagreiro, agora é um suposto reconciliado. Sua via-crúcis parece não ter fim", diz ele, ao recordar que o 'Padim' anteviu dizendo "Tomei o propósito, desde o começo desta enorme perseguição contra mim, de entregar tudo a Deus e a Nossa Senhora das Dores e não me defender de coisa alguma".

A historiadora e irmã belga, Annette Dumoulin, residente em Juazeiro do Norte deste 1976, também é contrária aos que consideram que a carta não diz respeito à reconciliação. A historiadora aconselhou "um pouco mais de leitura teológica" e afirmou que Igreja fez mais do que reabilitar o Padre Cícero. "A Igreja não perdoou porque não tinha nada a perdoar e sim corrigir uma visão errada e negativa que tinha do Padre Cícero no passado. Ela não reabilitou, pois as medidas disciplinares valem apenas neste mundo e não no outro".

Ainda conforme sua análise, "a reconciliação com Padre Cícero é muito mais bonita, é linda! Não se trata de beatificação, de canonização. O Papa fez um ato de justiça não somente em relação ao Padre Cícero, mas, também, em relação aos seus romeiros tratados injustamente de fanáticos e ignorantes.
Já para a professora da Universidade de Berkeley (USA), Candace Slater, não há dúvida acerca do real objetivo expresso na carta, senão a reconciliação. Ela ressaltou que "outra carta, não divulgada pela Diocese do Crato, utiliza o termo reconciliação, diferente da segunda. Mas, mesmo que não utilizasse, o que nela está escrito, não resta dúvida", concluiu Slater.

Uma nova ótica de observação
Durante muito tempo, principalmente nos livros, Padre Cícero foi sempre analisado de formas opostas: de um lado, sendo atacado com radicalismo por quem não lhe reconhece nenhum mérito; de outro, sendo exaltado com exagero por quem lhe confere muitas qualidades. Ultimamente, porém, depois que os cientistas sociais passaram a estudá-lo, sua figura real começou a ser delineada dentro de uma nova ótica de observação e análise.

E, ao que tudo indica, nessa nova visão, ele é mostrado com os defeitos comuns aos homens normais e as virtudes inerentes aos homens extraordinários. Tudo dentro da racionalidade, conduzido sem paixão. Toda a produção bibliográfica em torno do Padre analisa sua vida em dois aspectos: sua vida política e sua vida religiosa. Para efeito de estudo e apreciação, a bibliografia "ciceropolitana" pode ser dividida em duas vertentes de natureza cronológica: a antiga e a recente.

A antiga foi produzida em sua maior parte por memorialistas e escritores sem formação em História, muitos deles mais animados de sentimentalismo do que por cientificidade. Mesmo assim, alguns livros publicados dentro dessa vertente são até hoje considerados verdadeiras referências no assunto, pela densidade de informações neles contida. Outros, porém, foram escritos em momento de raiva, de paixão, de bajulação e pouco ou nada acrescentaram ao estudo do fenômeno, sendo então pura perda de tempo, papel e tinta.

No filão editorial mais antigo, Padre Cícero como político é mostrado na maioria das obras como um verdadeiro Coronel, chefe político participante de conchavos e figura representativa do atraso. E como religioso ele é geralmente tipificado na categoria de herege, fanático e fanatizador, embusteiro e apologista de milagres que não passam de superstições vãs. A vertente editorial mais recente, entretanto, foi produzida em sua maior parte por historiadores de graduação universitária, cientistas sociais, teólogos etc., e muitos dos livros editados são dissertações e teses acadêmicas, escritas dentro de rígidas normas de pesquisa e sempre que possível com neutralidade científica.

Dentro desse filão editorial, é possível encontrar, na maioria das obras, um Padre Cícero político como um verdadeiro líder, profundamente devotado à causa do seu Juazeiro, em função do que tudo fez para que o lugar não fosse apagado do mapa do Brasil. Daí se justificando suas investidas políticas partidárias, as quais terminaram contrariando seus adversários. E como religioso, na maioria dos livros atuais, ele não aparece mais como fanático, e sim como ícone de religiosidade popular. E para reforçar esse conceito moderno que lhe atribuíram, a sua recente reabilitação com a Igreja põe por terra qualquer qualificativo pejorativo de cunho religioso que algum leigo ou religioso queira lhe aplicar.

De fato, desde o fim de 2015, conforme está na carta enviada do Vaticano, com a provação do Papa Francisco e assinada pelo Cardeal Pietro Parolin, a Igreja acolhe novamente o Padre Cícero, ressaltando os bons frutos que hoje podem ser vivenciados pelos inúmeros romeiros que, sem cessar, peregrinam a Juazeiro, atraídos pela figura desse sacerdote. E procedendo dessa forma, a Igreja pode perceber mais claramente a repercussão que a memória do Padre Cícero Romão Batista mantém, no conjunto de boa parte do catolicismo deste País.

Assim, o mais importante é que, respaldado pelos estudos sérios dos cientistas atuais e reconciliado com sua Igreja, surge um novo Padre Cícero, de biografia repaginada, pois ela foi devidamente reconsiderada pela História através de julgamento justo feito pelos acadêmicos e pela alta cúpula do Vaticano. Falar mal do Padre Cícero agora, não tem mais sentido algum. Claro que ele será sempre um nome polêmico, para o qual convergem amor e ódio, e da sua pessoa cada um pensa como quiser; mas seus erros foram julgados e ele, exaltado. Pela História e pela Igreja.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

24/03/2017

Festa de aniversário do Pe Cícero tem recorde de público com mais de 20 mil pessoas.

Por: Tribuna de ACOPIARA


Cerca de 20 mil pessoas participaram, na noite de ontem, 23, das comemorações de aniversário dos 173 anos do Padre Cícero Romão Batista, no largo do Socorro. O bolo gigante e o concurso do mais bonito, além da distribuição de cerca de 4 mil copos do caldo da Nair, seresta para o público e shows musicais foram as principais atrações, que este ano ganharam um contorno especial, com a organização da festa, aberta no último dia 20. O evento contou com organização e realização da Prefeitura Municipal e famílias do Socorro.

Missa tradicional
Na manhã desta sexta-feira, acontece a tradicional celebração religiosa de aniversário, às 6 horas, e, às 15 horas, a procissão das Flores, saindo do CSU. Um público considerado recorde para o evento foi avaliado pelos organizadores. O momento dos parabéns foi um dos mais esperados, às meia-noite. No palco principal esteve presente o prefeito de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra, Vice-Prefeito, Giovanni Sampaio, Secretários municipais e o bispo Diocesano, Dom Gilberto Pastana, além do pároco, Cícero José, da Basílica de Nossa Senhora das Dores. Eles destacaram a importância desse momento para a cidade, por estar saudando o seu grande líder, padre Cícero.

Nesta sexta-feira, estará sendo encerrado, dentro da programação, o V Simpósio Internacional sobre o Padre Cícero com o tema “Reconciliação… E Agora?”, aberto no último dia 20, com estudiosos do Brasil e exterior. O evento será encerrado com a conferência do filósofo e escritor, Leonardo Boff, sobre “Padre Cícero à luz do Papa Francisco”.

Premiação
A premiação do concurso do bolo mais bonito foi realizada também na noite de ontem, tendo como ganhadores do primeiro lugar, Mensageiros da Mãe das Dores; em segundo lugar, Ciclistas do Meu Padim. A bibliotecária Cícera Marília Lima Oliveira, afirma que este ano o evento está bem mais organizado, com maior estrutura física, mais novidades na programação. Segundo ela, há uma dinâmica e uma participação maior do público. “A festa está bem maior do que nos outros anos, e com uma melhor organização”, disse. O psicólogo Tomás Edison dos Santos, do Mensageiros, afirma que o trabalho foi muito bom poder participar da festa e ter o bolo da sua equipe mensageiros campeão. A inspiração veio na defesa da natureza, lembrando dos preceitos do Padre Cicero.

A festa iniciada por famílias do Socorro, os afilhados do Padre Cícero, como Nair Silva, remete a uma tradição. O Prefeito Arnon Bezerra, destacou o momento de encontro das famílias juazeirenses, além dos 29 anos de distribuição do caldo. “É uma alegria para os juazeirenses de nascimento e de coração”, disse. O Chefe do Executivo ainda destacou a gratidão ao Padre Cícero, por ser a razão maior de Juazeiro do Norte, como um símbolo da prosperidade, da família, do desenvolvimento. “Por tudo isso, Padre Cícero, meu muito obrigado”, agradece o gestor, dedicando parabéns ao sacerdote.

Com a colaboração do Diário do Nordeste

12/03/2017

Aproximadamente 100 mil pessoas acompanharam a missa campal do Padre Reginaldo Manzotti em Icó-CE. Confira Imagens e Vídeo.

Por: Tribuna de ACOPIARA

A missa foi realizada no praça da Igreja Matriz da cidade também conhecida com praça do Forricó, mas que seu nome verdadeiro é Largo do Théberge.


Ontem 11 de março, o Padre Reginaldo Manzotti realizou um showmissa em Icó-CE. Segundo os organizadores o público foi estimado em aproximadamente 100 mil pessoas. A polícia militar não divulgou números.


Caravanas de diversas cidades próximas a Icó se dirigiram à cidade para acompanha o showmissa do Padre.

Alem de ser conhecida por ser a "Terra do Louro" e por ser uma das cidades mais antigas do Ceará, Icó também é conhecida nacionalmente pela Festa do Senhor do Bonfim que dar-se todo dia 01 de janeiro. Os festejos do Bonfim é considerado o terceiro maior evento religiosos do Estado do Ceará perdendo apenas para as romarias de São Francisco em Canindé e Padre Cícero no Juazeiro.

Além dos festejos do Bonfim Icó é conhecida pelo Forricó, um dos maiores festivais de forró do Brasil e que é realizado exatamente na praça onde fora realizado o showmissa do Padre Reginaldo Manzotti.

O Largo do Théberge


O Largo do Théberge é considerado uma das maiores praças da America Latina. Faz parte do arcevo arquitetonico da cidade e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Ao redor da praça situam-se o Teatro da Ribeira, o sobrado do Barão do Crato, as Igrejas Matriz de Nossa Senhora da Expectação e de Nosso Senhor do Bonfim, a Casa de Câmara e Cadeia e os sobrados da Paróquia e do Canela Preta, além várias pequenas casas térreas cujas fachadas exibem os arranjos formais e cromáticos típicos da arquitetura popular colonial.

Confira Imagens da Grande Festa Cristã de Ontem:


















Com a colaboração do IPHAN, Blog do Altino Afonso e Rede Social do Padre Reginaldo Manzotti.