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07/02/2018

Juazeiro do Norte registra o primeiro caso de malária.

Por: Tribuna de ACOPIARA
Mulher de 20 anos foi infectada em Manaus, no Estado do Amazonas.

Apesar do registro do caso, população não deve temer.
O clima da Região não é propício para o mosquito transmissor

Uma mulher de 20 anos foi diagnosticada com malária, em Juazeiro do Norte, na Região Sul. De acordo com informações da Secretaria de Saúde do município esse é o primeiro caso de malária diagnosticado na região.

A mulher teria contraído a doença na cidade de Manaus, no Amazonas, quando morava lá há cerca de quatro anos sendo, portanto, reincidente com relação à doença. Ela passou a morar em Juazeiro do Norte em janeiro deste ano. A Secretaria de Saúde também informou que está dando toda assistência com medicamentos e profissionais do serviço de infectologia para que a paciente continue o tratamento em casa.

O Núcleo de Endemias da Secretaria de Saúde está preparando uma força-tarefa para realizar um bloqueio químico na área onde vive a paciente ainda durante esta semana. Além disso, a secretaria vai fazer aplicações de fumacê no bairro para evitar que outros moradores sejam contaminados pela doença.

A medida é feita por precaução, já que a Região do Cariri não tem as condições propícias para o desenvolvimento do mosquito transmissor da doença e, portanto, não oferece riscos à população, de acordo com o Ministério da Saúde.

Malária
Ciclo de transmissão da Malária

A malária é uma doença infecciosa causada pelo parasita Plasmodium. É transmitida pela picada do mosquito ou por contato pelo sangue, como o compartilhamento de seringas. Há três espécies de parasitas atuantes, sendo um deles mais agressivo. Ele leva à destruição das hemácias e provoca um quadro de anemia grave que pode evoluir para óbito.

O principal sintoma da doença é a febre, mas são registrados calafrios, dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações.

Com a colaboração do G1.com

11/04/2017

UTIs móveis do Samu terão medicamento trombolítico para vítimas de infarto, no Ceará.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Trombolítico alcançará 129 municípios contemplado por atividades do Samu. Medicamento desfaz obstrução e a circulação volta a funcionar.

A partir de agora, 20 unidades de Suporte Avançado (UTIs Móveis) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) disponibilizarão medicamento trombolítico pré hospitalar para vítimas de infarto agudo do miocárdio. Antes disponível em projeto-piloto em dez UTIs móveis, o trombolítico alcançará 129 municípios contemplados por atividades do Samu.

Nesta terça-feira (11), o governador Camilo Santana participou, na sede do Samu, no Eusébio, da solenidade de implantação do medicamento, inédito em âmbito estadual. Foram treinados 300 profissionais da saúde para realização do procedimento, envolvendo 40 médicos. A expectativa é de que a incorporação do trombolítico reduza em 17% o número de óbitos por infarto.

Ao longo de 2016, muitos dos casos de atendimento do Samu foram em decorrência de problemas cardiovasculares. Segundo a Secretaria da Saúde, no ano passado, os casos de infarto agudo do miocárdio atendidos no Ceará chegaram a 3.949, 7,65% do total de atendimentos do Samu nos 12 meses (51.573).

"Doenças cardiovasculares são as que mais matam no Ceará e que mais exigem internamento hospitalar. Se não houver uma identificação e atendimento mais rápidos, por vezes deixa muitas sequelas nos pacientes. O que buscamos é garantir um trabalho mais rápido e eficiente no socorro, através do Samu, com a aplicação do trombolítico a partir de recomendação médica e prognóstico identificado dentro da própria ambulância. Isso vai salvar mais vidas. E o Ceará traz também este marco de ser o primeiro do País, em nível estadual, a implantar a ação", afirmou o governador.

Infarto
O infarto agudo do miocárdio ocorre quando a artéria que irriga o coração sofre obstrução. O sangue não consegue levar oxigênio para o coração e o músculo cardíaco entra em necrose (morre). O medicamento trombolítico desfaz a obstrução e a circulação no coração volta a acontecer, interrompendo o infarto. O ataque cardíaco é uma ocorrência grave, que está entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. No entanto, quanto mais rápido o atendimento médico, maiores serão as chances de sobrevida.

"Essa é a doença que mais mata no mundo. Ela é ocasionada pelo entupimento de uma das artérias do coração, e é muito importante que essa oclusão seja resolvido o mais rápido possível. Quanto mais tempo demorar entre a obstrução da artéria e a sua desobstrução, maior a mortalidade. A aplicação do medicamento dentro da ambulância evita consequências pelo retardo do trânsito, na locomoção até o hospital, pois já no caminho a obstrução vai sendo desfeita", explica o médico cardiologista do Hospital de Messejana, Alexandre Karbage.

Com a colaboração do G1.com

Os casos de chikungunya em Catarina estão alarmantes. Confira a reportagem veiculada no Bom dia Brasil.

Por: Tribuna de ACOPIARA



Com a colaboração do G1.com

10/04/2017

Ceará tem 41 cidades com alta infestação de Aedes aegypti, diz estudo.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Estudo apontou que maior parte dos criadouros do mosquito encontrados no Ceará estão em depósitos acima do nível do solo, como cisternas tambor e tanque.

Ceará tem neste ano pelo menos 41 cidades com alta infestação do mosquito Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e vírus da zika. Até a semana passada, de acordo com a Secretaria da Saúde do Ceará, o estado havia registrado quase seis mil casos das três doenças juntas.
Ainda conforme a secretaria, há outras 33 cidades com média infestação (entre 1% e 3,9%) e 23 com índice satisfatório (menor que 1%).

Entre 2016 e 2017, diminuiu o número de municípios com alta infestação pelo mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, de 31,7% para 30,4%, e daqueles em situação de média infestação, de 40,2% para 28,2%. O percentual de municípios em situação satisfatória, de baixa infestação, aumentou de 28% para 41,4%.

Os depósitos localizados ao nível do solo, tais como cisterna, tambor e tanque, foram os que predominaram com infestação pelo Aedes aegypti em relação aos outros tipos de depósitos domésticos representando 57,0% (1.821 de 3.197) de todos os pesquisados.

Em seguida aparecem reservatórios móveis (vasos ou pratos de plantas, bebedouros de animais etc.) com 14,6% (468). Em 11,3% (361) dos depósitos elevados como a caixa d'água, o Aedes aegypti esteve presente. Outros depósitos como ralos, vasos sanitários desativados, lixo, pneus e outros, somaram 17,1% (547) dos focos do vetor.

Criadouros do mosquito da dengue são mais comuns em reservatórios acima do nível do solo, segundo estudo realizado em cidades do Ceará (Foto: Governo do Estado/Reprodução)

Com a colaboração do G1.com

05/04/2017

Canindé cria Comitê de Enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti.

Por: Tribuna de ACOPIARA

O amento dos casos de doenças provocadas pelo Aedes aegypti, principalmente a chikungunya, levaram a Secretaria de Saúde de Canindé, no Centro do Estado, a criar um Comitê especial de enfrentamento ao mosquito transmissor dessa doença e também da dengue e da zika. As chuvas do inverno trouxeram alegria, mas também a infestação em alguns bairros da cidade como o Bela Vista.

Com a criação do Comitê Intersetorial de Enfrentamento a administração municipal pretende fortalecer as estratégias de combate ao Aedes aegypti. Além da utilização de bombas costais, de visitas mais frequentes dos agentes de endemias haverá mobilização social, inclusive com a participação de outras Secretarias do Município, explicou a secretária municipal de Saúde, Nilvane Teófilo.

Até a sexta-feira de cada semana será realizado o Dia D em cada bairro da cidade. Além das visitas domiciliares com ações biológicas e químicas, serão realizados mutirões. No final de cada mês o Comitê se reunirá para avaliar as atividades realizadas e planejar as do período mensal seguinte. O primeiro bairro já está sendo visitado, o Bela Vista, onde muitos moradores se queixam de terem contraído a chikungunia.


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Além dessas ações, haverá limpeza dos terrenos baldios. Os garis serão capacitados para combaterem o mosquito transmissor dessas doenças. O Serviço Autônomo de água e esgoto (SAAE) vai elaborar um calendário de distribuição para que as pessoas não armazenem mais a água em locais que gerem a proliferação do mosquito, além de um programa de saneamento básico. A Secretaria do Meio Ambiente vai auxiliar na manutenção da limpeza dos terrenos baldios, praças e ruas.

A grande novidade do Comitê está sendo a chegada do peixe beta, capaz de consumir 500 larvas por dia do mosquito e não causar problemas ao meio ambiente. ‘’Também já beneficiamos 250 famílias com 1.250 metros de tela na vedação de caixas d´água com o acompanhamento das equipes de endemias. A finalidade maior é integrar as secretarias nas ações de combate a dengue, realizando semanalmente ações conjuntas nos bairros da cidade, priorizando os de maior índice’’, ressaltou a secretária de Saúde Nilvane Teófilo.

Até a publicação desta edição ainda não havia informado o número de casos de doenças provocadas pelo Aedes aegypti em Canindé.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

Ceará registra uma média de mil e trezentos casos diarreia aguda por dia.

Por: Tribuna de ACOPIARA

No ano passado, o Estado confirmou, em média, 837 ocorrências diárias, segundo Sesa.

O avanço dos casos confirmados da doença diarreica aguda (DDA) no Ceará preocupa. De acordo com o mais recente boletim da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), referente à Semana Epidemiólogia 13 (início de abril), já são 119.565 ocorrências positivas. No ano, registra­se, em média, 1,3 mil casos por dia, com 17 surtos. No ano passado, que somou nos 365 dias, 301.552, foram pouco mais de 837 confirmações diárias, com 58 surtos.

Ainda de acordo com o boletim, foram mais de 14,4 mil casos somente na última semana. Fortaleza lidera, com 8.465 registros, seguido por Maracanaú, com 4.427; Caucaia, 4.168; Sobral, 4.097; São Gonçalo do Amarante, com 3.247; Itapipoca, 2.725; Granja, 2.607; Maranguape, com 2.507 e Crato, com 2.070 casos confirmados da doença.

A doença diarreica aguda (DDA) é uma síndrome causada por diferentes agentes etiológicos (bactérias, vírus e parasitos), cuja manifestação predominante é o aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência. Em alguns casos, há presença de muco e sangue. Podem ser acompanhadas de náusea, vômito, febre e dor abdominal. No geral, é auto­limitada, com duração de dois a 14 dias. As formas variam desde leves até graves, com desidratação e distúrbios eletrolíticos, principalmente quando associadas à desnutrição.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

Ceará é o Estado com maior índice de chikungunya no País.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Segundo boletim do Ministério da Saúde, o Ceará registrou 4.735 casos prováveis da doença até 13 de março.


O Ceará vive um panorama de alerta ocasionado pela iminência de uma epidemia da febre chikungunya. Segundo dados do boletim epidemiológico da semana 10 do Ministério da Saúde, com dados coletados até 13 de março 2017, o Ceará é o Estado de maior índice de casos prováveis do vírus com 4.735 registros. O cenário se torna ainda mais alarmante ao comparar este número ao de 2016, quando foram registrados 912 casos durante todo o ano. Já por extrato populacional, os municípios cearenses de Aracoiaba, Baturité, Caucaia e Fortaleza, capital com o maior número de casos no país em 2017, então entre os mais acometidos pelo vírus no cenário nacional.

Os números apresentados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Online (Sinan Online), por meio do Ministério da Saúde, apesar de diferentes, corroboram com os últimos boletins divulgados pela Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) sobre o aumento de casos de chikungunya no Estado. Na semana 12 deste ano, até 25 de março de 2017, o órgão registrou 8.667 casos de chikungunya. Destes, 21,5% (1.867/8.667) foram confirmados e 12,7% (1.106/8.667) descartados. Os casos confirmados concentraram-se nas faixas etárias de 20 e 59 anos e foi predominante no sexo feminino. Em 2016 foram 37 mortes ocasionadas pela chikungunya e um registro de óbito em 2017 relacionado ao vírus.


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Já o boletim semanal de doenças compulsórias (PNS), da Sesa, referente a semana 13, registrou 2.677 casos confirmados de chikungunya. Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Sesa afirma que os números ainda não caracterizam uma epidemia de chikungunya e que estão sendo tomadas as devidas ações para o combate ao vetor. "A Sesa tem monitorado os municípios com maiores índices de infestação pelo mosquito Aedes aegypti e de incidência de casos de arboviroses no Ceará. O cenário de cada um deles está sendo avaliado e, a depender do caso, pode contar com medidas como visita técnica da equipe da Sesa e monitoramento do plano de ação para o combate ao mosquito", destaca a nota.

O texto afirma ainda que, entre as ações que cabem aos municípios, de acordo com o Plano Estadual de Vigilância e Controle das Arboviroses 2017/2018, está a inclusão de casos suspeitos de arboviroses como dengue, zika e chikungunya no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). "Já o assessoramento técnico de vigilância epidemiológica das Coordenadorias Regionais de Saúde (Cres) e municípios e o monitoramento dos dados do Sinan estão entre as atribuições que devem ser realizadas pelo Estado, segundo o Plano de Arboviroses".

Para Luciano Pamplona, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), é necessário uma atenção diferenciada por parte do poder público e da sociedade na luta contra a proliferação do vírus e o mosquito Aedes aegypti. "É o momento de reorganizar a assistência nas Upas e Unidades básicas, e tratar de forma supervisionada, dando ênfase a triagem. O período chuvoso, no nosso verão, torna a proliferação do mosquito ainda mais intensa. No caso da chikugunya, o vírus tem uma taxa de ataque alarmante. Enquanto a taxa de ataque da dengue é de 4 a cada 10 picadas, a chikungunya tem uma taxa de 7 a cada 10 casos. A tendência é que entre abril e maio, aumente ainda mais o número de registros do vírus", destaca médico, que é pesquisador no controle do mosquito do Aedes aegypti.

Fumacê
O fumacê, nome popular para a Pulverização espacial UBV, é um procedimento que consiste na liberação via aérea de gases, que agem por contato, atingindo os mosquitos adultos em voo. Ou seja, a ação do produto só é efetiva quando o inseticida está em suspensão no ar e só mata o mosquito adulto. A recomendação aos moradores é que abram portas e janelas das casas na passagem do fumacê para que o inseticida atinja o mosquito dentro das residências.

O procedimento não diminui a necessidade da eliminação dos potenciais focos do vetor. Por isso, os órgãos públicos de saúde indicam que as famílias devem também fazer sua parte no combate ao Aedes aegypti. Cerca de 90% dos focos do mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya são encontrados dentro de casa. O fumacê não mata as larvas do Aedes aegypti, que estão em caixas d'água, potes, baldes, pneus, lajes.

Manter os quintais sempre limpos, recolher, eliminar ou guardar longe da chuva todo objeto que possa acumular água, como pneus velhos, latas, recipientes plásticos, tampas de garrafas, copos descartáveis e até cascas de ovos, também são orientações repassadas pelo Estado. O lixo doméstico deve ser acondicionado em sacos plásticos e descartado adequadamente, em depósitos fechados.

A eliminação de criadouros deve ser realizada pelo menos uma vez por semana. Assim, o ciclo de vida do mosquito será interrompido.

De acordo com o assessor técnico da vigilância ambiental da Prefeitura de Fortaleza, Carlos Alberto, a Capital segue as diretrizes nacionais de combate a dengue, e as demais arboviroses ocasionadas pelo vetor como chikungunya e zika. Atualmente a capital cearense conta com cerca de 700 agentes que fazem visitas domiciliares bimestralmente. Só neste ano, foram mais de 500 mil visitas em residências e 12 mil focos eliminados, além de 5 mil denúncias.

Ações
"Trabalhamos em quatro eixos: controle vetorial, controle químico, visita em imóveis abandonados, além da mobilização da sociedade. As altas temperaturas elevadas e grande intensidade de chuvas favorece a longevidade dos mosquitos, que podem chegar à fase adulta em até 7 dias. Além disso, o índice de sobrevivência do mosquito também aumenta para cerca de 40 dias. E quanto mais velho o mosquito, maior o seu potencial transmissor. Conjunto Palmeiras, Jangurussu, Mondubim, Joaquim Távora e São João do Tauape são os bairros que necessitam de maior atenção. Intensificaremos nossas ações em mais 25 bairros", disse o assessor.

Explicação
A expressão "casos prováveis" foi utilizada para incluir todos os casos notificados, exceto os que já foram descartados. Os casos são descartados quando possuem coleta de amostra oportuna com diagnóstico laboratorial negativo ou quando são diagnosticados para outras doenças.

Os casos de dengue grave, dengue com sinais de alarme e óbitos por dengue, chikungunya e zika informados incluem somente os casos ou óbitos confirmados por critério laboratorial ou por critério clínico-epidemiológico

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

04/04/2017

Número de casos de febre chikungunya no Ceará dobra em uma semana. Acopiara também registrou um aumento significativo no numero de casos.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Quase metade dos casos da doença ocorre em Fortaleza, segunda a Secretaria da Saúde.

O número de casos confirmados de febre chikungunya confirmados no Ceará em 2017 mais que dobraram no intervalo de uma semana. De acordo com boletim epidemiológico divulgada pela Secretaria da Saúde do Ceará nesta terça-feira (4), o estado tem 2.677 registros da doença; na semana anterior, eram 1.281 confirmações.

A doença causou uma morte neste ano, em Fortaleza, em fevereiro. Ainda conforme a secretaria, quase metade dos casos da doença ocorrem na capital cearense, com 1.385 confirmações até a primeira semana de abril. Em Caucaia, são 397 casos.

Chikungunya e os sintomas
Por ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue. O risco aumenta em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles também picam principalmente durante o dia.

Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações.

Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.

Em média, os sintomas duram entre 10 e 15 dias, desaparecendo em seguida. Em alguns casos, porém, as dores articulares podem permanecer por meses e até anos.

De acordo com a OMS, complicações graves são incomuns. Em casos mais raros, há relatos de complicações cardíacas e neurológicas, principalmente em pacientes idosos. Com frequência, os sintomas são tão brandos que a infecção não chega a ser identificada, ou é erroneamente diagnosticada como dengue.

Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas.

Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.

Acopiara
A cidade de Acopiara tem acompanhado a tendencia do estado e os números de casos de chikungunya, zika e dengue têm aumentado significativamente nessas duas ultimas semanas.

A Secretaria Municipal de Saúde não divulgou nenhum levantamento, mas o Tribuna de Acopiara fez um levantamento parcial e concluímos que pelo menos 1 pessoas em cada casa da zona urbana está ou contraiu recentemente chikungunya, zika ou dengue.

Apesar do aumento no número de casos, a situação em Acopiara está relativamente calma, se comparada com outras cidades próximas como Icó e Catarina que estão em uma situação de atenção máxima.

Com a colaboração do G1.com

Cerca de 200 pessoas morrem anualmente no Ceará por tuberculose.

Por: Tribuna de ACOPIARA

O número de casos novos da doença praticamente se manteve estável. Em 2011 foram diagnosticados 3.653 casos novos e 3.341 outros em 2016.

Cerca de 200 pessoas morrem vítimas de tuberculose pulmonar a cada ano no Ceará. De acordo com dados ainda parciais da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa/CE), a média de mortes de 201 a 2016 foi de 202.

A taxa de mortalidade por tuberculose no ano de 2011 foi de 2,8/100 mil habitantes reduzindo para 2,3/100 mil hab. em 2015. Já em 2016, a taxa de ficou em 1,7/100 mil hab., no entanto, esse número pode sofrer alterações pois o Sistema de Informação Sobre Mortalidade (SIM) permanece recebendo declarações de óbito ano para serem contabilizadas.

No Boletim Epidemiológico divulgado nesta terça­feira (4), é possível observar que a mortalidade por tuberculose tem apresentado instabilidade ao longo dos anos, isto é, aumenta em um ano, mas volta a diminuir em outro.


Casos e tratamento
No Ceará, a doença apresenta­se de forma endêmica e entre os anos de 2011 a 2016. O número de casos novos de tuberculose pulmonar praticamente se manteve estável. Em 2011 foram diagnosticados 3.653 casos novos e 3.341 outros em 2016.

A Sesa afirma que uma das principais preocupações com respeito à doença são as taxas de abandono do tratamento. Caso o paciente não continue recebendo os devidos cuidados, é possível que haja aumento da infecção até a morte. A tuberculose é uma doença curável em praticamente 100% dos casos se conduzido o tratamento de forma correta.

Metas de redução
A Secretaria de Saúde informa ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu metas desafiadoras de tuberculose para os países em sua estratégia pós­2015, definindo como visão de futuro “um mundo livre da tuberculose: zero mortes, adoecimento e sofrimento causados pela doença (A world free of tuberculosis – zero deaths, disease and suffering due to tuberculosis)”.

Para o alcance desse compromisso, o Brasil segue as propostas no que diz respeito às prioridades relacionadas à detecção precoce dos casos (pelo menos 90% dos casos), tratamento e cura (90% dos casos diagnosticados) e redução da mortalidade (95% dos óbitos).

Com a colaboração do Diário do Nordeste.

28/03/2017

Sobe para 1.281 o número de casos da febre chikugunya no Ceará. Catarina e Icó enfrentam verdadeira epidemia.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Uma pessoa morreu em Fortaleza em decorrência da doença. Com 705 casos, Fortaleza é a cidade com maior índice da febre no estado.

Subiu para 1.281 o número de casos confirmados de febre chikugunya no Ceará em 2017, doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue e vírus da zika. Conforme a Secretaria da Saúde do Ceará, uma pessoa morreu em decorrência da doença.

Com 705 casos, Fortaleza é a cidade com maior índice da febre. Uma pessoa morreu na capital. O município de Baturité, no Norte do Ceará, aparece em segundo lugar do ranking da doença, com 208 casos confirmados.

Os primeiros casos da febre de chikungunya confirmados em Fortaleza ocorreram no ano de 2014. No período de 2014 a 2017 foram confirmados 18.096 casos de febre de chikungunya, sendo 17.629 (97,4%) em Fortaleza e 467 (2,6%) de outros municípios. Em todo o ano passado, foram 19 mortes na capital devido à patologia, além de 4 mortes que estão sendo investigadas sob suspeita da febre.

Dengue
O número de casos de dengue chegou a 1.981 neste ano, segundo a Secretaria da Saúde. Nove casos são considerados grave. Não foi registrado nenhum óbito neste ano em decorrência da doença.

Com a colaboração do G1.com

27/03/2017

Em Iguatu um bebê em situação de emergência é levado a hospital pelo helicoptero do Ciopaer.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Bebê estava com insuficiência respiratória e precisava de UTI. Serviço Aeromédico da Ciopaer já transportou 70 recém-nascidos.

Avião da Ciopaer transporta recém-nascido de Iguatu para Hospital de Sobral (Foto: Ciopaer/Divulgação)

Um recém-nascido de apenas três dias em situação de emergência foi transportado nesta segunda-feira (27) por uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) do município de Iguatu até o Hospital Regional Norte, em Sobral. O bebê, que  apresentava insuficiência respiratória, precisou ser transferido de cidade porque necessitava de atendimento especial em hospital com UTI Neonatal.

De acordo com a equipe médica que acompanhou a operação, se o transporte fosse realizado por terra o tempo de viagem estimado seria de seis horas, agravado pelas condições das estradas.

A bordo da aeronave, o percurso levou pouco menos de uma hora e meia, e o o recém-nascido esteve assistido por médico e enfermeira e monitorado por equipamentos médicos de última geração, presentes na aeronave.

O Serviço Aeromédico da Ciopaer já realizou 70  transporte de recém-nascidos, com destaque para aqueles que nascem com doenças do coração e os prematuros, desde o início do serviço em 2014. O ano de 2017 já soma quatorze missões desta natureza.

Com a colaboração do G1.com

24/03/2017

Congresso dos EUA vota reforma de saúde, o primeiro obstáculo de Trump.

Por: Tribuna de ACOPIARA

Votação pode ser o primeiro grande revés para o presidente Donald Trump.

Centenas protestaram na quinta-feira em Los Angeles contra Trump por tentar acabar com o Obamacare.
(Foto: Reed Saxon/AP)

A Câmara de Representantes dos Estados Unidos decide nesta sexta-feira (24) o destino da proposta de reforma do seguro de saúde, em uma votação que pode ser o primeiro grande revés para o presidente Donald Trump.

O plano de reforma do sistema de saúde de Trump já sofreu um pequeno baque na noite de quinta-feira (23), quando a oposição dentro do seu próprio Partido Republicano forçou o adiamento, para esta sexta-feira, da votação do polêmico projeto no Congresso.

Trump reagiu dando um ultimato aos legisladores republicanos, reunidos no Capitólio, para que aprovem nesta sexta a derrogação e a substituição do Obamacare de qualquer modo. "Desastroso Obamacare provocou mais custos e menos opções. Isto só vai piorar! Devemos derrotá-lo e substituí-lo. Aprovem a lei!", escreveu Trump no Twitter oficial da Casa Branca.

A Casa Branca rebateu as insinuações de que Trump teria falhado em fechar um acordo para reformar o sistema de saúde americano, alegando que o atraso desta votação crucial não significa um problema substancial.

O presidente Donald Trump com o secretário de saúde Tom Price no Capitólio, em Washington, na terça-feira (21)
(Foto: J. Scott Applewhite/AP)

Entenda o que está em jogo
  • Criada em 2010, a lei conhecida como Obamacare ampliou o acesso universal à saúde, mas aumentou os preços de planos para quem não recebe assistência do governo.
  • A lei tem várias regras, como a proibição de que planos de saúde aumentem preços com base no histórico do paciente ou negem cobertura a doentes graves.
  • Em troca, o Obamacare exige que todo americano ou estrangeiro que vive nos EUA tenha um plano de saúde.
  • Trump considera o Obamacare muito caro e coercitivo. Derrubar a lei e substituí-la foi uma promessa de campanha.
  • Uma nova lei a ser proposta pelos republicanos ainda não está definida (todos os pontos serão apresentados nesta sexta), mas ela deve manter subsídios do governo a alguns setores da população, mas os montantes serão menores. E a reforma deve tirar a multa a quem não tiver plano de saúde.
  • Grupos mais conservadores do Partido Republicano não aceitam nenhum tipo de subsídio, por isso, o resultado da votação é incerto.
  • Estima-se que o atual plano republicano deve deixar 14 milhões sem seguro saúde em um ano.


Como será a votação
Uma votação preliminar acontece às 10h (11h Brasília) desta sexta-feira, antes da votação decisiva, durante a tarde. Um funcionário da Casa Branca disse que a votação será "pela manhã para evitar que se vote às 3h da madrugada".

"Pensamos que isso deve ser feito à luz do dia, não às altas horas da noite, e estamos confiantes de que o projeto de lei vai passar."

O legislador Kevin McCarthy, líder republicano na Câmara de Representantes, admitiu que o bloco governista ainda não tem os votos necessários para aprovar o projeto. "Penso que precisamos de mais um par (de votos) para conseguir isto, mas o presidente fez grandes progressos", disse McCarthy.
Trump enfrenta uma verdadeira prova de fogo no Congresso, onde espera evitar a reprovação de sua polêmica reforma do Obamacare.

"Vamos eliminar o Obamacare" e "Obamacare é um completo desastre" foram duas das frases mais repetidas por Trump durante a campanha eleitoral, mas agora seu governo terá de convencer seus aliados republicanos que controlam o Congresso a aprovar outra lei no lugar desta.

Duas correntes
A oposição dos democratas, que defendem com unhas e dentes a continuidade do Obamacare, já era esperada, mas o partido dificilmente poderá mudar o rumo da discussão, visto que é minoria nas duas câmaras.

Por isso, o principal problema do novo presidente é conseguir uma aparentemente difícil unidade do Partido Republicano em torno ao seu projeto de reforma, para cumprir a sua promessa de passar a página do Obamacare. Trump precisa do voto da maioria dos 435 congressistas.

Em linhas gerais, a bancada republicada está dividida em duas correntes. A primeira, a mais alinhada com Trump, considera que o plano é o que o país precisa para superar o modelo Obamacare.
Uma segunda corrente, mais ortodoxa, se opõe ao projeto por considerar que este não é conservador o suficiente e que mantém aspectos importantes do Obamacare.

Cautela e resistência
No meio, uma parte importante dos legisladores republicanos adota um discurso de cautela, alegando que estudos indicam que a nova lei poderia deixar 14 milhões de pessoas sem nenhuma cobertura médica, um cenário que consideram explosivo para as próximas eleições legislativas parciais, em 2018.

'A votação fracassará', diz senador republicano Mike Lee.
(Foto: Susan Walsh/AP)

"Continuo me opondo a essa lei. Acredito que é pior que o Obamacare", disse nesta quinta-feira à imprensa o legislador republicano Thomas Massie. Outro republicano, Mike Lee, parecia não ter dúvidas: "A votação fracassará".

Um legislador republicano considerado moderado, Charlie Dent, também adiantou que votaria contra a lei.

Neste contexto, Trump convocou nesta quinta-feira uma reunião de emergência na Casa Branca com líderes republicanos, para tentar encontrar uma posição comum e evitar a derrota do projeto.

"Não há votos suficientes" para que o projeto seja aprovado, disse o legislador Mark Meadow, representante do Freedom Caucus, o grupo mais conservador, após a reunião.

Meadow afirmou que as negociações continuariam "de boa fé", embora tenha previsto um fracasso do projeto se não houver concessões de todas as partes envolvidas.

Em uma mensagem no Twitter, Trump fez um apelo aos seus eleitores: "Contatem seus legisladores e lhes digam que vocês apoiam a lei".

Alerta de Obama
Neste cenário de incerteza, o ex-presidente Obama rompeu o silêncio. Em uma nota oficial emitida na quinta-feira pelo sétimo aniversário da aprovação da lei conhecida como Obamacare, fez uma clara advertência.

Obama defendeu sua lei de saúde antes de votação crucial para revogá-la
(Foto: Carlos Barria/Reuters)

"Deveríamos partir do ponto de que qualquer mudança no nosso sistema de saúde deve ser para melhorá-lo, e não para torná-lo pior para milhões de trabalhadores americanos", afirmou Obama.

"Depois de um século de discussões, décadas de tentativas e um ano de debate partidário, nossa geração teve êxito. Finalmente declaramos que nos Estados Unidos a assistência médica não é um privilégio para poucos, mas um direito de todos", apontou.

E em várias oportunidades, Obama insistiu em que era necessário "continuar construindo a partir dessa legislação".

Com a colaboração do G1.com

Após surto de febre amarela, alguns países começaram a exigir vacinação de viajantes oriundos do Brasil.

Por: Tribuna de ACOPIARA

O surto de febre amarela em estados brasileiros fez com que alguns países passassem a exigir que viajantes procedentes do Brasil tenham sido vacinados contra a doença.

É preciso ter tomado a vacina até 10 dias antes da viagem.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) informaram que os países são: Panamá, Nicarágua, Venezuela, Costa Rica, Equador e Cuba.

Eles passaram a exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra a febre amarela para todos os viajantes acima de nove meses de idade procedentes do Brasil, inclusive viajantes que fizerem conexão por mais de 12 horas.

De acordo com o G1, os viajantes que partirem do Brasil com destino a esses países deverão apresentar CIVP válido, ou seja, um registro de vacinação contra a febre amarela realizada pelo menos 10 dias antes da viagem.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) explica que a emissão do CIVP é autorizada ao viajante que tenha tomado uma dose da vacina contra a febre amarela, que tem validade para toda a vida. O cidadão que já foi vacinado precisa apresentar o cartão de vacinação com os dados da vacina para emissão do CIVP.

O cartão nacional de vacinação deve estar preenchido corretamente com a data de administração e lote da vacina, assinatura do profissional que realizou a aplicação e identificação da unidade de saúde onde ocorreu a aplicação.

Segundo a Anvisa, o viajante que não tiver nenhum histórico vacinal comprovado terá que tomar uma dose para emissão do certificado.

Com a colaboração do MSN Notícias.

20/03/2017

Após Catarina é a vez de Icó declarar guerra contra o mosquito da dengue.

Por: Tribuna de ACOPIARA

A Administração de Laís Nunes no Icó lança campanha ‘Aedes aegypti zero’


Hoje, segunda-feira(20), às 19h, a prefeita de Icó, Laís Nunes, fez a abertura oficial, da campanha ‘Aedes aegypti zero’. O evento foi no auditório do Centro Social Urbano (CSU), a partir das 19 horas.

Nesta terça-feira, 21, equipes vão sair às ruas da cidade com distribuição de panfletos e blitze educativas sobre as doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti (dengue, zika vírus, chinkungunya e microcefalia). O esforço é para orientar os moradores sobre o risco da doença e eliminar os focos do mosquito.

A campanha será realizada até o próximo dia 24.

Devido  à estação chuvosa o mosquito Aedes aegypti aumenta e com ele aumenta os casos de doenças que o danado transmite. Vale lembrar que todas as cidade devem ficar atento ao focos do mosquito. Cada um fazendo sua parte vamos todos vencer.

Com a colaboração do Diário do Nordeste.


Catarina declarou guerra ao mosquito Aedes aegypti. Combate ao mosquito tem movimentado a cidade.

Por: Tribuna de ACOPIARA

A Secretaria Municipal da Saúde tem buscado parcerias com a população e escolas do município para conscientizar a população sobre a  importância da prevenção.

Mobilização contra mosquito Aedes aegypti em Catarina.
(Foto: Diomar Araújo)

Moradores da cidade de Catarina participaram de uma caminhada  que saiu da Praça da Matriz de São José e percorreu ruas do centro urbano com o objetivo de chamara a atenção para o crescente foco do mosquito Aedes aegypti.

A caminhada terminou em frente à secretaria de Saúde, no bairro Pedreira. O prefeito Dr. Thiago Paes de Andrade Rodrigues, o secretário adjunto de Educação, professor Elisvaldo Guedes e o coordenador municipal de endemias, Aglayrton Guedes Feitosa, falaram sobre as ações que estão sendo realizadas no combate aos focos do mosquito.

A Prefeitura promove o telamento de caixa d’água, visita de agentes de Saúde e de endemias às residências, limpeza de terrenos, coleta de lixo regularmente, conscientização dos alunos nas escolas, da população nos bairros, contratação de mais profissionais, compra de estoque de medicamentos, reforço na atenção básica hospitalar, uso de larvicida, solicitação do carro fumacê, aquisição de repelentes para gestantes através da secretaria de Saúde do Estado do Ceará e capacitação das equipes para manejo de pacientes com arbovirose.

Sintomas da virose da mosca, dengue, zika e chikungunya vêm superlotando o Hospital Municipal de Catarina, Dr. Gentil Domingues, nos últimos dias. De acordo com informações do diretor administrativo da unidade, Jardel Mendonça, em torno de 300 pessoas estão sendo atendidas diariamente com os sintomas da arbovirose.

A secretaria de Saúde do Estado do Ceará através da 18ª Célula Regional de Saúde em Iguatu enviou para Catarina o carro famacê. De acordo como a secretária de Saúde de Catarina, Valéria Rodrigues, somente no mês de fevereiro foram confirmados 16 casos de chikungunya em Catarina. (Com informações de Diomar Araújo)

Com a colaboração do Diário do Nordeste.